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	<title>arsnova, Autor em Horizontes Prevenção e Terapia</title>
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	<description>Psicologia - Fonoaudiologia - Psicopedagogia</description>
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		<title>Simpósio &#8220;A Psicanálise frente à Violência: do abuso sexual infantil ao feminícidio&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Dec 2018 15:38:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 26 e 27 de Outubro de 2018, a Horizontes com o apoio do IMED, realizou o Simpósio &#8220;A Psicanálise [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 26 e 27 de Outubro de 2018, a Horizontes com o apoio do IMED, realizou o Simpósio &#8220;A Psicanálise frente à Violência: do abuso sexual infantil ao feminícidio&#8221; com a participação especial do Psicanalista argentino Juan Tesone. Leia abaixo a resenha sobre o Simpósio escrita pela Psicóloga Clínica Priscila Oliveira da Cunha.</p>



<p>Como coordenadora da mesa que abriu os trabalhos do Simpósio, que ocorreu em Outubro de 2018,  que tratou desse tema denso, que coloca profissionais da área da saúde e da jurídica para pensar juntas, sinto-me no dever de não deixar a discussão se encerrar por aqui.<br></p>



<p>O Instituto Horizontes convidou palestrantes e público a discutir, sem pudor, a&nbsp;violência, o abuso, as estatísticas, a teoria psicanalítica além do consultório. E o convite foi atendido pelos participantes que pautaram as dificuldades reais em trabalhar no âmbito da proteção às crianças, adolescentes e mulheres vítimas de violência.</p>



<p>Para entender as “possibilidades de avaliação e intervenção no abuso sexual infantil”, título da primeira mesa, é necessário entender conceitos, e é preciso compreender a realidade vivenciada por crianças e adolescentes que<br>sobrevivem, nas palavras da Psic. Elisabeth Mazeron Machado, sem voz.</p>



<p>Crianças que crescem aprendendo que a violência faz parte do mundo e que não tem espaço para denúncia. O abuso sexual infantil se apresenta de diversas maneiras, através do contato físico, da produção e divulgação de<br>imagens pornográficas, e da imposição de uma relação que a criança não tem capacidade para compreender. Os dados estatísticos alertam para uma realidade triste, estimando que uma em cada cinco meninas são vítimas de<br>abuso sexual, com os meninos, um em cada vinte sofrem dessa violência, sendo um número expressivo de crianças que não tem a chance de passar por uma infância digna e saudável.</p>



<p>Crianças e adolescentes têm seus direitos garantidos pela Constituição Federal, pelo estatuto da Criança e do Adolescente e a integração entre justiça e tratamento é fundamental para dar conta dessa questão que é de saúde<br>pública. Caberá à justiça proteger vítimas e punir agressores, e cabe aos agentes de saúde, incluindo psicoterapeutas e psicanalistas lidar com as sequelas, com as dificuldades familiares, com a possibilidade de reduzir os<br>danos causados. Há que se pensar na qualificação de profissionais que avaliarão os danos primários e secundários e receberão a vítima fragilizada, exposta e que necessita de todo cuidado psíquico no momento de identificação<br>do crime, ao passar pelo processo jurídico, imprescindível para o combate da violência.</p>



<p>Outra questão importante, diz respeito à saúde mental daqueles que atacam a infância e a adolescência, agressores que podem ou não estar diretamente envolvidos ao uso de drogas, possíveis portadores de transtornos mentais,<br>entre outras causas que levam ao cometimento desses crimes. Conforme dados trazidos pela Dra. Patrícia Goldfeld os peritos forenses entendem que esses delitos são graves, muito agressivos, que há agravante de risco social e que as medidas de segurança devem ser impostas de acordo com a lei.</p>



<p>Assim, nas palavras da Psic. Tatiana Giron Cardon, Infância é tempo de inocência, e sendo identificada a violência contra crianças e adolescentes, cabe oferecer suporte, acolhida, escuta cuidadosa, preparar a vítima para os<br>exames físicos, para a profilaxia e dar os encaminhamentos iniciais para então, cuidar.</p>



<p>O alerta contra a negligência, contra os que nada fazem e fecham os olhos para esta triste realidade foi o que ficou desse forte debate que deu inicio a esse evento que marca a preocupação com o que acontece para além das salas de psicoterapia. Que não deixemos o debate se encerrar, que seja apenas o início de estudos, dedicação e trabalho em cima da prevenção do abuso sexual infantil.</p>



<p><strong>Priscila Oliveira da Cunha</strong><br><em>Psicóloga Clínica</em><br>Texto baseado nas apresentações das palestrantes Psic. Elizabeth Mazeron<br>Machado, Psic. Tatiana Giron Cardon e Psiq. Patrícia Goldfeld.</p>



<p><br></p>



<ul class="wp-block-gallery columns-3 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><a href="http://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/43691118_1980653515350057_4244304166719062016_n.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="960" height="720" src="http://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/43691118_1980653515350057_4244304166719062016_n.jpg" alt="" data-id="1967" data-link="http://clinicahorizontes.com.br/?attachment_id=1967" class="wp-image-1967" srcset="https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/43691118_1980653515350057_4244304166719062016_n.jpg 960w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/43691118_1980653515350057_4244304166719062016_n-640x480.jpg 640w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/43691118_1980653515350057_4244304166719062016_n-250x188.jpg 250w, 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/></a></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><a href="http://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/44911932_1980653442016731_793770313476210688_n.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="720" src="http://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/44911932_1980653442016731_793770313476210688_n.jpg" alt="" data-id="1977" data-link="http://clinicahorizontes.com.br/?attachment_id=1977" class="wp-image-1977" srcset="https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/44911932_1980653442016731_793770313476210688_n.jpg 960w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/44911932_1980653442016731_793770313476210688_n-640x480.jpg 640w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/44911932_1980653442016731_793770313476210688_n-250x188.jpg 250w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/44911932_1980653442016731_793770313476210688_n-768x576.jpg 768w, 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		<item>
		<title>Grupo de Pais de Crianças com Transtorno do Espectro Autista</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/grupo-de-pais-de-criancas-com-transtorno-do-espectro-autista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[arsnova]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2016 20:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[AUTISMO]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Pais de Crianças com Transtorno do Espectro Autista]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno do Espectro Autista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Venha participar do Grupo de Pais de Crianças com Transtorno do Espectro Autista Horário:  Segundas-feiras, das 17:45 as 18:45 Didática  [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Venha participar do Grupo de Pais de Crianças com Transtorno do Espectro Autista</p>
<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/grupo-de-pais-autismo.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-729" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/grupo-de-pais-autismo-300x300.jpg" alt="grupo de pais autismo" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Horário:  Segundas-feiras, das 17:45 as 18:45</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Didática </span></p>
<p>Pais &#8211; Neste encontro semanal, os pais participam de um grupo de troca de experiências, mediado pelas psicólogas da Horizontes;</p>
<p>Crianças &#8211; As crianças participam de uma atividade de interação, também com profissionais da clínica.</p>
<p>É um momento de muito aprendizado para toda a família. Traga seu filho!</p>
<p>Mais informações e inscrições 51 3019 1799 ou contato@clinicahorizontes.com.br</p>
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		<title>Orientação Vocacional: Quando chega o momento de escolher uma Profissão</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/orientacao-vocacional-quando-chega-o-momento-de-escolher-uma-profissao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[arsnova]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2015 21:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientação Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[escolher uma profissão]]></category>
		<category><![CDATA[orientação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[orientação vocacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A orientação profissional é, antes de tudo, um processo de intervenção. Nele, os profissionais da área, psicóloga e pedagoga, ajudam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/20140423_escolher_profissao_divulgacao.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-465 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/20140423_escolher_profissao_divulgacao-300x272.jpg" alt="20140423_escolher_profissao_divulgacao" width="300" height="272" /></a>A orientação profissional é, antes de tudo, um processo de intervenção. Nele, os profissionais da área, psicóloga e pedagoga, ajudam o jovem a reunir informações, a refletir e a tomar a decisão de maneira mais ponderada e segura possível.<br />
Proporciona-se um momento de descoberta e escolha, mas paralelamente também surgem conflitos, estereótipos e preconceitos que são trabalhados durante as sessões. Existem casos onde o jovem necessita de acompanhamento psicoterápico e/ou psicopedagógico posterior ao processo de Orientação Profissional (Bock, 1995).</p>
<p><span id="more-1688"></span></p>
<p>Um aspecto importante a ser considerado diz respeito à questão da adolescência, pois esta é uma fase de transição: a passagem da infância e o preparo para o ingresso no mundo adulto. É uma fase de muitas transformações, pois ao mesmo tempo em que está se conhecendo e aprendendo a lidar com as transformações do corpo, está desenvolvendo suas relações interpessoais. Diante de todas essas vivências internas e externas, ainda ter que escolher uma profissão não é uma tarefa fácil (Outeiral, 1994).</p>
<p>Na Horizontes, o processo de orientação profissional tem a duração aproximadamente de 8 encontros pré-determinados, com duração de 60 minutos cada, sendo   intercalados entre  psicóloga e  pedagoga.  O encontro inicial consiste de explicações sobre a avaliação, combinações e conhecimentos gerais sobre o interessado. Serão realizadas também sessões dialogadas, atividades de autoconhecimento e aplicação de instrumentos avaliativos. Após a análise das informações, haverá o retorno das profissionais sobre suas percepções, indicações e sugestões referindo-se ao processo da escolha profissional.</p>
<p>Artigo escrito pelas profissionais da Horizontes:  Ana Menini (Psicóloga ) e  Silvana Cetra ( Psicopedagoga)</p>
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		<title>Você tem dificuldade para engolir os alimentos? Isto pode ser sinal de DISFAGIA!</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/voce-tem-ou-conhece-alguem-que-tem-dificuldade-para-engolir-os-alimentos-isto-pode-ser-sinal-de-disfagia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[arsnova]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 16:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldade em engolir alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[disfagia]]></category>
		<category><![CDATA[fonoaudióloga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Degustar um prato delicioso é sempre um dos maiores prazeres do ser humano. Apesar disso, esse prazer pode ser interrompido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/DISFAGIA.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-459 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/DISFAGIA-300x174.jpg" alt="DISFAGIA" width="300" height="174" /></a>Degustar um prato delicioso é sempre um dos maiores prazeres do ser humano. Apesar disso, esse prazer pode ser interrompido por um distúrbio de deglutição denominado <strong>Disfagia</strong>. Embora o termo seja ainda pouco conhecido pela maioria das pessoas, sua ocorrência pode ser muito comum. A<strong> disfagia</strong> é a dificuldade da passagem dos alimentos pelo trato digestivo (da boca ao estômago), podendo acarretar déficits nutricionais e de hidratação ao indivíduo, bem como o comprometimento de seu estado pulmonar, podendo culminar em pneumonias aspirativas.</p>
<p><span id="more-1687"></span></p>
<p><strong>Disfagia</strong> não é uma doença por si só, mas um sintoma de que alguma alteração pode estar ocorrendo, sendo imprescindível a orientação e tratamento adequados. Segundo <em>Bastian </em>(1991, <em>apud Silva Netto</em>, 2003),<strong> disfagia</strong> é a sensação de que sólidos ou líquidos não são deglutidos corretamente. Esses pacientes podem apresentar os seguintes <strong>sintomas</strong>: sensação de alimento parado na garganta e de corpo estranho na faringe; intolerância para alimentos líquidos ou sólidos; dor na laringofaringe e otalgia; tosse após alimentar-se; mudança de voz; perda de peso; pneumonia.</p>
<p>Além do envelhecimento das estruturas, o acidente vascular encefálico (derrame), traumatismo craniano, doenças neurológicas como Parkinson, Alzheimer, distrofias musculares e câncer de cabeça e pescoço podem causar disfagia.</p>
<p>O ato de deglutir ocorre aproximadamente 600 vezes por dia num homem adulto sadio (35 vezes por hora na vigília e 6 vezes por hora quando está dormindo).</p>
<p>Se você perceber que uma pessoa apresenta dificuldade ao engolir, sensação de algo parado na garganta, tosses ou engasgos frequentes causados por alimentos e/ou saliva, notar cansaço, febre, rouquidão ou restos de comida na boca após a alimentação, procure um fonoaudiólogo para uma avaliação.</p>
<p>Artigo escrito pela Fonoaudióloga Larissa Branco – CRFa: 9558/7 &#8211; Esp. Motricidade Orofacial /CEFAC &#8211; Aperfeiçoamento em Disfagia/CEFAC</p>
<p>Referências Bibliográficas</p>
<p>&#8211; Canongia, M.B.; Alves, C.M.M. Disfagia: Estudo e Reabilitação. Ed Revinter, 2010.</p>
<p>&#8211; Conselhos de Fonoaudiologia: www.fonoaudiologia.org.br</p>
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		<item>
		<title>TAG – TRANSTORNO DA ANSIEDADE GENERALIZADA</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/tag-transtorno-da-ansiedade-generalizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[arsnova]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 15:28:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicodiagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedades]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento psicoterápico]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação psicoterápica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. É considerada normal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Dicas_Ansiedade.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-313" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Dicas_Ansiedade-211x300.jpg" alt="Dicas_Ansiedade" width="211" height="300" /></a>  A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. É considerada normal a ansiedade que se manifesta nas horas que antecedem uma entrevista de emprego, a publicação dos aprovados num concurso, o nascimento de um filho, uma viagem a um país exótico, uma cirurgia delicada, ou um revés econômico. Nesses casos, a ansiedade funciona como um sinal que prepara a pessoa para enfrentar o desafio e, mesmo que ele não seja superado,  favorece sua adaptação às novas condições de vida. <span id="more-1679"></span></p>
<p>O transtorno da ansiedade generalizada (TAG), segundo o manual de classificação de doenças mentais (DSM.IV), é um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, persistente e de difícil controle, que perdura por seis meses no mínimo e vem acompanhado por três ou mais dos seguintes sintomas: inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono.</p>
<p>É importante registrar também que, nesses casos, o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos geradores do transtorno, causa muito sofrimento e interfere na qualidade de vida e no desempenho familiar, social e profissional dos pacientes.</p>
<p>O transtorno da ansiedade generalizada pode afetar pessoas de todas as idades, desde o nascimento até a velhice. Em geral, as mulheres são um pouco mais vulneráveis do que os homens.</p>
<p><b>Sintomas</b></p>
<p>Os sintomas podem variar de uma pessoa para outra. Além dos já citados (inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular) existem outras queixas que podem estar associadas ao transtorno da ansiedade generalizada: palpitações, falta de ar, taquicardia, aumento da pressão arterial, sudorese excessiva, dor de cabeça, alteração nos hábitos intestinais, náuseas, aperto no peito, dores musculares.</p>
<p><b>Diagnóstico</b></p>
<p>O diagnóstico do TAG leva em conta a história de vida do paciente, a avaliação clínica criteriosa e, quando necessário, a realização de alguns exames complementares.</p>
<p>Como os sintomas podem ser comuns a várias condições clinicas diferentes que exigem tratamento específico, é fundamental estabelecer o diagnóstico diferencial com TOC, síndrome do pânico ou fobia social, por exemplo.</p>
<p><b>Tratamento</b></p>
<p>O tratamento do TAG inclui o uso de medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos, sob orientação médica, e a terapia comportamental cognitiva.</p>
<p><b>Recomendações</b></p>
<p>* Se você é visto como alguém de estopim curto, que anda sempre com os nervos à flor da pele e tem muita dificuldade para relaxar, provavelmente chegou a hora de procurar um médico para avaliar esse estado permanente de tensão e ansiedade;</p>
<p>* Se você cobra muito de si mesmo, está sempre envolvido em inúmeras tarefas e pressionado pelos compromissos, tente pôr ordem não só na sua agenda, mas também na sua rotina de vida, sem esquecer de reservar um tempo para o lazer. Se não conseguir sozinho, não se envergonhe, peça ajuda.</p>
<p>Matéria extraída do site: drauziovarella.com.br</p>
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		<title>A influência dos desenhos animados no desenvolvimento da personalidade</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/influencia-dos-desenhos-animados-no-desenvolvimento-da-personalidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[arsnova]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2014 12:23:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento psicoterápico]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[familiares]]></category>
		<category><![CDATA[fantasias]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como sabemos a personalidade é construída ao longo da vida, na infância é onde se molda as características mais peculiares [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/criancas-assistindo-tv.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-309" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/criancas-assistindo-tv-300x180.jpg" alt="criancas-assistindo-tv" width="300" height="180" /></a>Como sabemos a personalidade é construída ao longo da vida, na infância é onde se molda as características mais peculiares do ser humano. As influências neste período se constituem desde as primeiras relações da mãe com o bebê e no decorrer da infância com as outras figuras que lhe são apresentadas tais como: outras pessoas da família, da escola; o ambiente onde vive do qual não se excluem as tecnologias (TV, rádio, internet, smartphones e etc) que tanto estão em evidencia nos últimos tempos.<span id="more-1678"></span></p>
<p>Os desenhos animados assim como os contos de fadas, podem servir para dar a criança noção de moral, senso critico, noção de certo e errado, bem e mal e consequências de atitudes consideradas inadequadas a partir da sociedade atual.</p>
<p>As crianças se identificam com algum personagem de seus desenhos favoritos, através desta identificação as crianças procuram agir de forma parecida com seu personagem favorito. Em alguns casos, as crianças querem roupas que tenham o personagem, brinquedos e fantasias para se sentir parecidos. Daí a importância de observarmos quem e o que tem servido de modelo para nossas crianças seguirem.</p>
<p>​No processo terapêutico pode-se compreender muito da criança através de seus relatos sobre personagens preferidos ou através de seus brinquedos.</p>
<p>Fonte: psicologiamsn.com</p>
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		<title>Quem escolhe a escola?</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/quem-escolhe-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[arsnova]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2014 13:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedades]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[O Lugar dos Pais na Psicoterapia de Crianças e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A família vive hoje uma crise de identidade. Embora seja bem grande o número de pessoas que vive criticando e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/crianca-mae-escola-1359646969962_300x420.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-305 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/crianca-mae-escola-1359646969962_300x420-214x300.jpg" alt="crianca-mae-escola-1359646969962_300x420" width="214" height="300" /></a>A família vive hoje uma crise de identidade. Embora seja bem grande o número de pessoas que vive criticando e culpando os pais (cada vez com mais severidade), como se fossem eles sempre os único culpados por quaisquer atos inadequados dos filhos, preciso dizer, com toda a convicção e baseada em minha experiência como educadora há décadas, que nunca houve nas gerações anteriores, pais tão preocupados com a democratização da relação. <span id="more-299"></span></p>
<p>A hierarquia rígia que existia na família foi sendo gradualmente substituída pelo diálogo, pelo respeito à individualidade e às características pessoais de cada um dos filhos, pelo direito à privacidade, pelo direito de alcançar uma relação baseada no respeito mútuo e não no medo. Emfim, de um maneira geral vimos assistindo ano após ano, a luta dos pais não repetirem o modelo inflexível que vigorou até as décadas de 60/70.  Até então prevaleciam duas concepções: ou a criança era vista como adulto em miniatura (o que gerava expectativas irreais sobre suas possibilidades: não se sujar, sentar direitinho, não deixar cair das mãos, etc.) era ou, ao contrário, como um ser incapaz de participar de quaisquer decisões sobre a sua vida (era comum ouvir-se: criança não tem querer!). Qualquer que fosse a maneira de encará-la, à criança  restava apenas um caminho: obedecer sem contestar. Depois de uma verdadeira revolução chegou-se ao oposto: tem criança decidindo até o modelo do carro que o papai vai comprar ou se a família vai encomendar um irmãozinho a mais! Não é força de expressão. É fato. Devido a tantas mudanças, pais e mães, confundem ou ignoram o seu verdadeiro papel. Em nome da igualdade, tem gente desesperada  com a falta de limite dos filhos. A questão que se coloca, portanto, é: até onde vai o direito de as crianças decidirem  sobre a sua própria vida e sobre a vida da família?</p>
<p>Ouvir a atender as necessidades dos filhos é fundamental; é, aliás, uma obrigação dos pais esclarecidos. Saber quais são seus desejos, preferências, pensamentos, expectativas e necessidades, é sem dúvida, importante.  Mas é necessário em meio a tudo isso, que os pais estejam muito conscientes do papel que lhes cabe e de quais são as suas responsabilidades com os filhos.</p>
<p>Por exemplo, quem deve decidir que tipo de escola o filho deve frequentar, qual o modelo de educação a ser seguido, com que idade começar a frequentar o colégio, se deve ir ou não À escola porque está chovendo muito? Decisões desse teor devem tomar por matriz a análise do desenvolvimento da crianças e não apenas o que ela gostaria de fazer, mas o que é necessário para o seu desenvolvimento harmônico e integral. Enquanto estão nas primeiras séries (educação infantil e ensino fundamental), sem dúvida, a escolha é um dever e um direito dos pais e por eles deve ser feita. É evidente que a criança não tem ainda condições &#8211; intelectual ou emocional &#8211; nem discernimento para decidir qual modelo de escola irá frequentar.</p>
<p>Essa opção &#8211; em que escola colocar os filhos &#8211; deve ser feita com base em vários elementos.</p>
<p>O primeiro deles e o mais importante (antes de considerar distância da residência, limpeza, infra-estrutura, etc.) deve ser a definição de que tipo de educação deseja dar aos filhos. A escolha deve ser feita, antes de tudo, em conformidade com o trabalho educacional desenvolvido na família.</p>
<p>O segundo aspecto essencial a ser considerado é a personalidade da criança. Como é o seu filho?</p>
<p>&#8211; É voraz e interessado em aprender ou só quer saber de futebol e videogame?</p>
<p>&#8211; Tem alta capacidade de concentração ou se distrai com facilidade?</p>
<p>&#8211; É motivado ou é preciso estar sempre criando situações para que se interesse por alguma coisa?</p>
<p>&#8211; É tímido e introvertido ou é despachado e intrépido?</p>
<p>Etc.</p>
<p>Cada uma dessas perguntas e muitas outras, evidentemente, devem ser consideradas. Existem crianças que precisam de mais incentivo do que outras, naturalmente motivadas. De acordo com esse conhecimento, os pais poderão estabelecer com mais segurança qual a escola ideal.</p>
<p>A partir dos 12 anos mais ou menos, porém,  se por alguma razão precisamos transferir a criança para outro estabelecimento de ensino, ela já terá condições de trocar idéias de forma mais objetiva.  Aí sim, será positivo ouvi-la para avaliar o que deseja. Mas é bom lembrar que o imediatismo do adolescente pode conduzi-lo a aspirações nem sempre as mais indicadas quando se tratar de estudar (por exemplo, eescolher uma instituição em que sabe que &#8220;todos passam&#8221; sem precisar nem frequentar as aulas).  De todo modo, ouvir os filhos em qualquer idade, é sempre bom e necessário; considerar de fato o que disseram também; a decisão final, no entanto, deve sr dos pais, porque, de modo geral, quanto menores, menos condições têm de analisar adequadamente a questão. Nada no entanto, que uma conversa bem orientada, com argumentos concretos e muita segurança da parte dos pais, não resolva.</p>
<p>A família precisa reassumir sem medo o papel de principal agência educadora das novas gerações. A escolha da escola é uma decisão dos pais, ainda que ouvidos os filhos e estudadas duas características.</p>
<p><em>Fonte: Trecho extraído do livro &#8220;Os direitos dos pais&#8221;, de Tãnia Zagury</em></p>
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		<title>O que é o TOC &#8211; Transtorno Obssessivo Compulsivo?</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/o-que-e-o-toc-transtorno-obssessivo-compulsivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[arsnova]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 12:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientação Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Psicodiagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento psicoterápico]]></category>
		<category><![CDATA[disturbio psiquiatrico]]></category>
		<category><![CDATA[familiares]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[toc]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno obssessivo compulsivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>   TOC, ou transtorno obsessivo-compulsivo, é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade    descrito no “Manual de Diagnóstico e Estatística de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #515255;"><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/home-tic-toc.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-268 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/home-tic-toc-300x152.jpg" alt="home-tic-toc" width="300" height="152" /></a>   TOC, ou transtorno obsessivo-compulsivo, é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade    descrito no “Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais -DSM.IV” da Associação de Psiquiatria Americana. A principal característica do TOC é a presença de crises recorrentes de obsessões e compulsões.</p>
<p style="color: #515255;">   Entende-se por obsessão pensamentos, ideias e imagens que invadem a pessoa insistentemente, sem que ela queira. Como um disco riscado que se põe a repetir sempre o mesmo ponto da gravação, eles ficam patinando dentro da cabeça e o único jeito para livrar-se deles por algum tempo é realizar o ritual próprio da compulsão, seguindo regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas, que ajudam a aliviar a ansiedade. <span id="more-1672"></span></p>
<p style="color: #515255;">Alguns portadores dessa desordem acham que, se não agirem assim, algo terrível pode acontecer-lhes. No entanto, a ocorrência dos pensamentos obsessivos tende a agravar-se à medida que são realizados os rituais e pode transformar-se num obstáculo não só para a rotina diária da pessoa como para a vida da família inteira.</p>
<p style="color: #515255;">Em geral, os rituais  se desenvolvem nas áreas da limpeza, checagem ou conferência, contagem, organização, simetria, colecionismo, e podem variar ao longo da evolução da doença.</p>
<p style="color: #515255;"><strong>Classificação</strong></p>
<p style="color: #515255;">Existem dois tipos de TOC:</p>
<p style="color: #515255;">a) Transtorno obsessivo-compulsivo subclínico – as obsessões e rituais se repetem com frequência, mas não atrapalham a vida da pessoa;</p>
<p style="color: #515255;">b) Transtorno obsessivo-compulsivo propriamente dito: as obsessões persistem até o exercício da compulsão que alivia a ansiedade.</p>
<p style="color: #515255;"><strong>Causas</strong></p>
<p style="color: #515255;">As causas do TOC não estão bem esclarecidas. Certamente, trata-se de um problema multifatorial. Estudos sugerem a existência de alterações na comunicação entre determinadas zonas cerebrais que utilizam a serotonina. Fatores psicológicos e histórico familiar também estão entre as possíveis causas desse distúrbio de ansiedade.</p>
<p style="color: #515255;"><strong>Sintomas</strong></p>
<p style="color: #515255;">Em algumas situações, todas as pessoas podem manifestar rituais compulsivos que não caracterizam o TOC. O principal sintoma da doença é a presença de pensamentos obsessivos que levam à realização de um ritual compulsivo para aplacar a ansiedade que toma conta da pessoa.</p>
<p style="color: #515255;">Preocupação excessiva com limpeza e higiene pessoal, dificuldade para pronunciar certas palavras, indecisão diante de situações corriqueiras por medo que uma escolha errada possa desencadear alguma desgraça, pensamentos agressivos relacionados com morte, acidentes ou doenças são exemplos de sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo.</p>
<p style="color: #515255;"><strong>Frequência</strong></p>
<p style="color: #515255;">Em geral, só nove anos depois que manifestou os primeiros sintomas, o portador do distúrbio recebe o diagnóstico de certeza e inicia do tratamento. Por isso, a maior parte dos casos é diagnosticada em adultos, embora o transtorno obsessivo-compulsivo possa acometer crianças a partir dos três, quatro anos de idade.</p>
<p style="color: #515255;">Na infância, o distúrbio é mais frequente nos meninos. No final da adolescência, porém, pode-se dizer que o número de casos é igual nos dois sexos.</p>
<p style="color: #515255;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="color: #515255;">O tratamento pode ser medicamentoso e não medicamentoso. O medicamentoso utiliza antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina. São os únicos que funcionam.</p>
<p style="color: #515255;">A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem não medicamentosa com comprovada eficácia sobre a doença. Seu princípio básico é expor a pessoa à situação que gera ansiedade, começando pelos sintomas mais brandos. Os resultados costumam ser melhores quando se associam os dois tipos de abordagem terapêutica.</p>
<p style="color: #515255;">É sempre importante esclarecer o paciente e sua família sobre as características da doença. Quanto mais a par estiverem do problema, melhor funcionará o tratamento.</p>
<p style="color: #515255;"><strong>Recomendações</strong></p>
<p style="color: #515255;">* Não há quem não tenha experimentado alguma vez um comportamento compulsivo, mas se ele se repete a ponto de prejudicar a execução de tarefas rotineiras, a pessoa pode ser portadora de transtorno obsessivo-compulsivo e precisa de tratamento;</p>
<p style="color: #515255;">* Crianças podem obedecer a certos rituais, o que é absolutamente normal. No entanto, deve chamar a atenção dos pais a intensidade e a frequência desses episódios. O limite entre normalidade e TOC é muito tênue;</p>
<p style="color: #515255;">* Os pais não devem colaborar com a perpetuação das manias e rituais dos filhos. Devem ajudá-los a enfrentar os pensamentos obsessivos e a lidar com a compulsão que alivia a ansiedade;</p>
<p style="color: #515255;">* O respeito a rituais do portador de TOC pode interferir na dinâmica da família inteira. Por isso, é importante estabelecer o diagnóstico de certeza e encaminhar a pessoa para tratamento;</p>
<p style="color: #515255;">* Esconder os sintomas por vergonha ou insegurança é um péssimo caminho. Quanto mais se adia o tratamento, mais grave fica a doença.</p>
<p style="color: #515255;">Fonte: drauziovarella.com.br</p>
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			</item>
		<item>
		<title>As mentiras que as crianças contam</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/mentiras-que-criancas-contam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[arsnova]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2014 02:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[mentira de criança]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[primeira infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem convive com crianças sabe quão frequentes são as situações nas quais elas mentem, ou deixam de contar um fato [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://clinicahorizontes.com.br/mentiras-que-criancas-contam/">As mentiras que as crianças contam</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicahorizontes.com.br">Horizontes Prevenção e Terapia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem convive com crianças sabe quão frequentes são as situações nas quais elas mentem, ou deixam de contar um fato importante, utilizando o argumento: “Eu não menti, apenas não falei a verdade sobre o que aconteceu.” Obviamente existem muitos motivos que podem levar as crianças a mentir ou distorcer fatos ocorridos, entretanto, é preciso saber porque isso ocorre e em que fase da infância devemos começar a nos preocupar para evitar o desenvolvimento de problemas na vida adulta.</p>
<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/fotolier.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-264 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/fotolier-300x199.jpg" alt="School boys whispering secrets in classroom" width="300" height="199" /></a></p>
<p><strong>Quais motivos podem levar a criança a mentir?</strong></p>
<p>Em muitas situações a criança pode contar uma mentira, na maioria das vezes por medo da autoridade (para evitar um castigo por ter feito algo errado), para contar vantagem frente a algum amigo ou proteger sua própria imagem (diz que é o melhor da classe, corre mais rápido, apareceu na televisão, etc) mesmo sabendo que isso não é real, mas precisa se autoafirmar, ou ainda, por imitação de modelos como <a href="http://www.plenamente.com.br/artigo.php?FhIdArtigo=113#">outros</a> amigos, ou os próprios pais. Nesse último caso, a criança pode mentir por achar natural, comum, uma saída mais fácil para as situações cotidianas.<span id="more-1671"></span></p>
<p><strong>Como o ambiente familiar pode influenciar as crianças a achar que mentiras são comuns?</strong></p>
<p>Os pais, obviamente, tentam ensinar bons hábitos aos filhos, educá-los da melhor forma possível, porém, os filhos podem presenciar situações em que a mentira está presente em seu dia a dia. Assim, quando os pais mandam dizer que não estão em casa para não falar ao telefone, dizem que gostam de uma pessoa, mas falam mal pelas costas, ou emitem comentários contraditórios estão dando exemplos de mentiras. A criança pode não entender porque os pais dizem que é errado mentir quando o fazem de forma rotineira. Ou seja, a criança pode aprender a mentir por imitação, afinal a mensagem vivida é que ela é um comportamento aceitável.</p>
<p><strong>Com quantos anos as crianças começam a mentir?</strong></p>
<p>Algumas crianças começam a mentir logo no início da infância, aos 3 anos, porém, entre 3 e 7 anos, há uma fase no desenvolvimento <a href="http://www.plenamente.com.br/artigo.php?FhIdArtigo=113#">infantil</a> marcada pela fantasia. Até os 3 anos de <a href="http://www.plenamente.com.br/artigo.php?FhIdArtigo=113#">idade</a> a criança não distingue entre o real e o fantástico. Não consegue separar o faz-de-conta da realidade. É na infância que o senso ético vai se formando, amadurecendo e a internalização do certo e do errado se estabelece através de processos internos. Será por volta dos 7 anos que a criança terá estes dois conceitos melhor definidos. Portanto, ela poderá, às vezes, não falar a verdade e isto será normal. Quando, no entanto, a mentira se torna uma constante na vida da criança, é preciso investigar. Em caso de dúvida, tente investigar o tema, pois mentiras frequentes sobre um mesmo tema, como por exemplo, os amigos, a escola, ou mesmo seus <a href="http://www.plenamente.com.br/artigo.php?FhIdArtigo=113#">cuidadores</a> (babás, empregadas) podem indicar sinais de angústia ou problemas mal resolvidos.</p>
<p><strong>Como <a style="font-weight: normal !important;" href="http://www.plenamente.com.br/artigo.php?FhIdArtigo=113#">lidar</a> se estamos em dúvida quanto à veracidade de uma situação contada pelas crianças, ou mesmo quando sabemos que não falaram a verdade?</strong></p>
<p>Segundo Ceres de Araújo, autora do livro “Pais que educam”, um dos maiores problemas é exatamente a pergunta feita pelos adultos que pode levar a criança a mentir tentando escapar de alguma repreensão. Portanto, se sabemos que o filho bateu no cachorrinho, que não fez a lição, desobedeceu ou descumpriu combinados, seria mais útil partir para conversar sobre o ato inadequado em si. No caso de dúvida sobre a veracidade de algum relato:</p>
<ul>
<li>não insista imediatamente no assunto, a história contada horas, ou dias depois pode revelar versões a serem comparadas pelo adulto;</li>
<li>ao invés de chamar a criança de mentirosa explique as consequências negativas de uma mentira com exemplos práticos e deixe claro porque é errado mentir e/ou prejudicar alguém;</li>
<li>não grite, pressione ou submeta a criança a interrogatórios ostensivos e extensos;</li>
<li>para começar a conversar utilize perguntas genéricas, mais abertas, ao invés de perguntas as quais a criança só pode responder com “sim” ou “não”. Ou seja, prefira “O que aconteceu na escola?” ao invés de “Alguém te bateu na escola?”</li>
</ul>
<p><strong>Quais são as razões para se continuar mentindo na vida adulta?</strong></p>
<p>Uma das razões interiores mais comuns para se continuar a mentir na vida adulta é a insegurança ou baixa autoestima. Como dissemos, a mentira passa ao outro uma imagem de nós próprios muito melhor do que de fato acreditamos ser desde a infância. Os adultos mentem também por razões externas, de acordo com as  pressões para sucesso na vida em sociedade. Mentirosos contumazes, de dinâmica psíquica rica em conflitos complexos, podem representar personagens tal como fazem os atores, e refletem aquilo que gostariam de ser. Ao perderem o controle sobre o impulso de mentir  a personalidade toda é tomada por um falso e inaltêntico ego, caracterizando distúrbios de personalidade.</p>
<p><strong>Quando a mentira pode se tornar motivo de preocupação para o desenvolvimento infantil?</strong></p>
<p>Os psicólogos alertam para a necessidade de que os educadores (pais e professores) combatam as mentiras deliberadas e arquitetadas pela criança para se livrar de alguma responsabilidade ou levar algum tipo de vantagem. Devem se preocupar ao perceber que as mentiras são freqüentes, recorrentes sobre um mesmo tema, ou ainda quando houver nitidamente um objetivo de fuga da realidade, evitando enfrentar determinadas situações. Por volta dos 7 anos as crianças diminuem bastante o uso da simbolização trocando boa parte da fantasia por uma linguagem mais elaborada e compreensão desenvolvida. Portanto, o emprego freqüente de mentiras ou histórias “fantasiosas” pode indicar problemas a serem investigados com ajuda profissional.</p>
<p>Autoras: Silvia Pellegrini Ruschel, Maria Alice Fontes</p>
<p>Fonte: plenamente.com.br</p>
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		<title>GRUPO DE ESTUDOS SOBRE O AUTISMO</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2014 11:06:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[AUTISMO]]></category>
		<category><![CDATA[EDUACAÇÃO E SAÚDE]]></category>
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<li>Todas as quintas-feiras, das 13:30 às 14:30;</li>
<li>Dirigido a profissionais e estudantes das áreas da saúde e educação;</li>
<li>Investimento: R$ 130,00 profissionais / R$ 70,00 estudantes</li>
<li>Inscrições: instituto@clinicahorizontes.com.br / 51 30191799</li>
<li>Local: Rua José Gomes, 393, Tristeza, Porto Alegre/RS</li>
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