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	<title>Arquivos psicoterapia - Horizontes Prevenção e Terapia</title>
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	<description>Psicologia - Fonoaudiologia - Psicopedagogia</description>
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	<title>Arquivos psicoterapia - Horizontes Prevenção e Terapia</title>
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		<title>A avaliação em psicoterapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 01:35:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Eizirik]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia de orientação analítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Livro: “ Psicoterapia de Orientação Analítica &#8211; Cláudio Eizirik”Avaliação &#8211; cáp 14Carmem KeidannJussara Dal Zot Produção por Gabriel Vanin, Juciane [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Livro: “ Psicoterapia de Orientação Analítica &#8211; Cláudio Eizirik”<br>Avaliação &#8211; cáp 14<br>Carmem Keidann<br>Jussara Dal Zot</p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Produção por Gabriel Vanin, Juciane Feijó, Lucas Perusso, Renata Gonzalez, Renata Rehm</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="940" height="788" src="https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Mulher-Citação-Motivacional-Post-para-Facebook-5-1.png" alt="" class="wp-image-3187" srcset="https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Mulher-Citação-Motivacional-Post-para-Facebook-5-1.png 940w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Mulher-Citação-Motivacional-Post-para-Facebook-5-1-250x210.png 250w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Mulher-Citação-Motivacional-Post-para-Facebook-5-1-768x644.png 768w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Mulher-Citação-Motivacional-Post-para-Facebook-5-1-573x480.png 573w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></figure>



<p>A avaliação de um paciente consiste em uma entrevista inicial, que pode levar mais de uma sessão, para entender o funcionamento de cada paciente e assim, poder indicar o tratamento que mais beneficiará o mesmo, seja psicoterapia de orientação analítica (POA) ou a análise propriamente dita. Esse momento inicial se diferencia do processo de psicoterapia, pois possui um formato próprio, sendo necessário a coleta de dados, e na maioria das vezes o psicoterapeuta está mais ativo para compreender e indicar um tratamento adequado. A grosso modo podemos diferenciar os dois processos através de alguns pontos: A POA consiste em questões mais focais e breves, não contando com aspectos infantis (regressivos) do paciente. A análise se faz de forma mais profunda e costumeiramente, mais prolongada, atrelando-se a questões regressas da vida do paciente. Outro ponto diferenciador é o uso do divã, onde no processo analítico é feito o uso deste e na POA, não. </p>



<p>Durante a avaliação, entender a motivação do paciente é um fator importante para a escolha do tratamento. Sabe-se que a motivação pode ser conceituada por, “conjunto de processos que dão ao comportamento uma identidade, uma direção determinada e uma forma de desenvolvimento próprias da atividade individual” (Houaiss, 2001). Saber o quão motivado e o porquê se dá essa motivação, auxilia ao terapeuta entender se de fato há possibilidades de ingresso deste paciente em psicoterapia. Quando falta motivação por parte do paciente, há grande possibilidade de abandono do processo terapêutico. Por esta possibilidade, é também, papel do terapeuta, não propor algo que não vá ser investido (psíquica e financeiramente) pelo paciente, fazendo que os dois percam tempo e dinheiro. </p>



<p>A aliança terapêutica é um conceito fundamental quando se estabelece um processo terapêutico. Ela ocorre após o estabelecimento do contrato com o paciente. No contrato, se esclarece as regras daquela relação, o horário e o espaço onde ocorrerão os encontros. O contrato tem sua importância ímpar pois estabelece limites e constrói o vínculo, construindo um setting seguro. A aliança terapêutica é um facilitador, reduz as defesas resistentes e coloca o analisando em trabalho com a seu psicoterapeuta. Através dessa relação que se constrói o tratamento que possibilita transformações. </p>



<p>O encontro analítico permite que haja uma inter-relação entre entrevistador e avaliado na qual essa relação é movida pela dinâmica da transferência e contratransferência, servindo como pilares para o processo clínico. Segundo Freud (1905) algumas das nossas ações e reações estão instruídas por experiências passadas a se repetirem no presente, tornando a percepção da realidade atual um composto de passado e presente, fazendo com que o avaliado de maneira inconscientemente representa no setting seus conflitos do passado. </p>



<p>Dito isso, essas transferências ocorrem anterior ao primeiro encontro, é vista já na própria marcação da primeira consulta, levando o entrevistador a adquirir informações que vão ser fundamentais para um entendimento amplo do funcionamento psíquico do avaliado. As condições que são relativas a figura do terapeuta, como a idade, sexo, aspecto físico, representação social, corresponde ao início da transferência. Sendo assim, torna-se relevante uma escuta atenta ao avaliado, pois o mesmo pode apresentar dificuldades em se comunicar espontaneamente, dificultando a obtenção de elementos essenciais na história, o que nos indica um sinal de resistência atrelado a essa transferência. </p>



<p>O entrevistador, muitas vezes, reage de maneira inconsciente a esses fenômenos, e é a partir dessa reação que se constitui a contratransferência. Trata-se do mesmo tentar identificar o que é do entrevistador e o que é do avaliado. Portanto, a situação analítica deve ser administrada para que o processo não fracasse. </p>



<p>Para Heimann (1950/1995) a natureza relacional da sessão analítica implica o aparecimento de sentimentos nas duas pessoas que compõem a sessão, e não há nada que o analista possa fazer para evitar que lhe surjam esses sentimentos, visto que o terapeuta também faz parte do processo analítico. Contudo, caberá ao analista reconhecer seus sentimentos contratransferenciais que serão evocados em qualquer estágio de um tratamento analítico. </p>



<p>A avaliação é parte essencial do processo terapêutico, sendo esse contato um momento onde as primeiras impressões são geradas tanto no paciente quanto no terapeuta. Este momento inicial é importante para que se torne possível a construção do vínculo que permitirá dar seguimento a psicoterapia. Por vezes, será necessário trabalhar alguns aspectos para que a psicoterapia realmente se estabeleça, como a motivação do paciente ou outros aspectos específicos de cada caso, colocando em papel central a relação entre paciente e terapeuta e os fenômenos transferência e contratransferência. Sendo assim, é preciso reconhecer a importância de estudos direcionamos para este tema e a responsabilidade ética de realizar avaliações e indicações precisas.</p>



<p>Referências: TIMO, Alberto L Rodrigues; RIBEIRO, Paulo de Carvalho. Contratransferencia: surgimento e evolução do conceito em tearicos das relaçoes objetais. Gerais, Rev. Interinst. Psicol., Belo Horizonte , v. 10, n. 2, p. 275-293, dez. 2017 . Disponível em . acessos em 24 ago. 2020.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quando procurar a Psicoterapia?</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/quando-procurar-psicoterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2018 14:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O paciente deverá estar apresentando alguns sinais e sintomas que geram sofrimento psíquico. Muitas vezes, estes sintomas podem estar prejudicando as relações e o trabalho deste indivíduo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Psicóloga Ana Cláudia Menini Bezerra CRP 07/17007</p>



<p>O paciente deverá estar apresentando alguns sinais e sintomas que geram sofrimento psíquico. Muitas vezes, estes sintomas podem estar prejudicando as relações e o trabalho deste indivíduo.</p>



<p>É necessária uma boa dose de motivação para que o indivíduo siga em tratamento, uma vez que a melhora dos sintomas não é rápida. Além disto, é importante que se tenha algum nível de capacidade reflexiva, de flexibilidade para responsabilizar-se pelos seus atos, sentimentos e afetos.</p>



<p>A capacidade de pensar sobre si tende a aumentar ao longo do tratamento possibilitando novos significados e possibilidades de ver as situações, promove o encontro de melhores perspectivas e realização na vida.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A interrupção no início do tratamento de Psicoterapia</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/a-interrupcao-no-inicio-do-tratamento-de-psicoterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2017 17:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento psicoterápico]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿Observamos que um número significativo de pacientes busca a psicoterapia como forma de aliviar o seu sofrimento.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading"><em>Matéria escrita pelas Psicólogas da Horizontes <strong>Ana Cláudia Menini Bezerra</strong> e<strong>  Magda Martins Costa</strong></em></h5>



<p><strong>Observamos que um número significativo de pacientes busca a psicoterapia como forma de aliviar o seu sofrimento.</strong></p>



<p>O que querem é não sofrer mais independente do que lhe causa o sofrimento. Isto leva a que muitos busquem esse alívio imediato através do uso de medicamentos. No entanto, quando alguém procura uma psicoterapia, nem sempre essa pessoa tem a capacidade de voltar-se para suas questões internas. Vem com a ideia de que o psicoterapeuta</p>



<p> tem o saber para aliviar seu sofrimento. Alguns se sentem impedidos de fazer esse movimento de olhar para dentro de si, permanecendo com o olhar voltado para fora e esperando que o outro lhe dê as respostas. Destaca-se assim a dificuldade em dar continuidade ao processo de mudança interna mantendo-se no equilíbrio com que estava acostumado. A capacidade de tolerar a dor de se deparar com o próprio sofrimento precisa de tempo para ser melhor desenvolvida no processo psicoterápico, seja de crianças, adolescentes ou adultos.</p>



<span id="more-1137"></span>



<p>O alívio dos sintomas, que por vezes acontece no início do tratamento, leva à interrupção precoce do mesmo. Como Freud destacou em suas obras, o alívio do sintoma nem sempre significa que ocorreu a mudança psíquica que levou à procura do tratamento.</p>



<p>Ainda de acordo com este autor psiquismo não tolera o desprazer procurando evitá-lo a todo custo mesmo que pra isso precise negar ou alterar sua percepção da realidade. Desta forma, a interrupção precoce do tratamento baseada no alívio incipiente dos sintomas pode ser entendida como uma fuga do desprazer que seria entrar em contato com os conflitos internos que causam sofrimento. Neste sentido, assinala Freud que “não é possível fugir de si próprio; a fuga não constitui auxílio contra perigos interno” (p. 270).</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Referência:</p>



<p>Darriba, Vinicius Anciães, &amp; Bosse, Carolina. (2013). O terapêutico e o analítico em Freud. Psicologia em Estudo, 18(2), 333-341. &lt;https://dx.doi.org/10.1590/S1413-73722013000200014&gt;.</p>



<p>Freud, S. (2006) Análise terminável e interminável. In S. Freud, Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. (J. Salomão, trad., Vol. 23, pp. 231 &#8211; 270) Rio de Janeiro: Imago. (Original publicado em 1937).</p>



<p>Nasio. J.D. (2003) Um psicanalista no divã. Rio de Janeiro: Ed. Jorge Zahar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Masturbação Infantil! Saiba como agir com as crianças quando isto começa a ocorrer</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/masturbacao-infantil-saiba-como-agir-com-as-criancas-quando-isto-comeca-a-ocorrer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 16:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicodiagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
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		<category><![CDATA[PSICOPEDAGOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Ainda nos dias de hoje, a masturbação é um assunto tabu, que traz vergonha e preconceito, independente da idade. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/masturbaçao-infantil.jpg"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-784 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/masturbaçao-infantil-300x300.jpg" alt="masturbaçao infantil" width="300" height="300" /></a>Ainda nos dias de hoje, a masturbação é um assunto tabu, que traz vergonha e preconceito, independente da idade. Porém, cabe ressaltar que o conhecimento sobre a sexualidade é fundamental para o bom desenvolvimento infantil e que se estenderá até a vida adulta.</p>
<p>A masturbação infantil é um comportamento normal, o que devemos observar é a intensidade e a freqüência com que ocorre, pois tudo que é demais não é sinal de saudável.</p>
<p>Já nos primeiros anos de vida a criança começa a se dar conta de que os meninos são diferentes das meninas. Começam a se tocar e querer ver as genitálias de colegas e até de seus pais.</p>
<p><span id="more-783"></span></p>
<p>A masturbação pode ocorrer com mais freqüência nas crianças quando elas estão mais ansiosas, tristes, sonolentas ou tensas, por proporcionar, além de prazer, um alívio das tensões.</p>
<p>Mas como devemos reagir quando percebemos nossos filhos neste momento? Sempre com muita naturalidade, o importante é conversar e explicar que este momento é íntimo e que não deve ser feito na frente dos outros, e sim em momentos e locais reservados. Se mesmo assim a criança permanecer se masturbando, chame a atenção para outro brinquedo ou brincadeira, fazendo com que ela se distraia.</p>
<p>Quando devemos nos preocupar? Quando começa a ser muito freqüente e muito intenso, ou quando acompanhada de um isolamento ou baixa auto-estima. Nestes casos pode ser indício de conflitos emocionais importantes, sendo necessário a ajuda de um especialista.</p>
<p>Então não se preocupe se você se deparar com uma criança se masturbando, lembre-se que todas precisam se conhecer e se explorar em diferentes âmbitos. Como dito anteriormente, trate o assunto com tranqüilidade, oriente ela da sua individualidade e se preciso distraia para outro foco. Se ainda assim você ficar preocupado com o comportamento da criança, busque uma opinião de um psicólogo ou psicopedagogo.</p>
<p><span style="color: #000080;">Artigo escrito pela Psicopedagoga Vanessa Cardoso Diehl /Esp. em Neuropsicologia</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bate papo sobre estresse, tristeza e depressão. Como diferenciá-los?</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/bate-papo-sobre-estresse-tristeza-e-depressao-como-diferencia-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 15:54:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[EDUACAÇÃO E SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na sequência dos eventos  &#8220;Mais Saúde na Zona Sul&#8221;. Venha participar! Saiba como diferenciar tristeza, depressão e estresse? No Bate [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na sequência dos eventos  &#8220;Mais Saúde na Zona Sul&#8221;. Venha participar!</p>
<p>Saiba como diferenciar tristeza, depressão e estresse?</p>
<p>No Bate papo com as psicólogas da Horizontes no dia 12/9 às 10h</p>
<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Mais-Saúde-Zona-Sul1.jpg"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-595 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Mais-Saúde-Zona-Sul1-300x214.jpg" alt="Bate papo sobre estresse, tristeza e depressão" width="300" height="214" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Análise Pessoal</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/a-analise-pessoal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 16:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientação Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[analise pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de não ser obrigatória para o exercício da atividade do psicólogo ou psicoterapeuta, exceto nos cursos de formação psicanalítica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/analise-pessoal.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-365 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/analise-pessoal-300x180.jpg" alt="analise pessoal" width="300" height="180" /></a>Apesar de não ser obrigatória para o exercício da atividade do psicólogo ou psicoterapeuta, exceto nos cursos de formação psicanalítica ligados a International P. Association, a análise pessoal é fundamental para tal exercício.</p>
<p><span id="more-364"></span></p>
<p>A obrigatoriedade se faz na consciência do profissional que precisa de seu espaço como paciente para lidar com suas angústias, seus temores, seus conflitos e assim poder se colocar a serviço do outro, emprestando sua escuta mais livre.</p>
<p>Se o profissional não tem seu espaço para compreender-se, inevitavelmente seus “ouvidos” ao invés de estarem mais voltados para o paciente, estarão mais voltados para si mesmo, até mesmo atrapalhando a sua escuta. Ao contrário do que muitos pensam análise pessoal não é sinal de loucura, mas sim de saúde e respeito ao paciente.</p>
<p>Renata Viola Vives &#8211; Psicóloga &#8211; CRP 07/7619</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Debatendo sobre o Autismo</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/debatendo-sobre-o-autismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edda Petersen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 20:24:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientação Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Psicodiagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[AUTISMO]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Podem-se descrever inúmeros exemplos de como as crianças autistas se mostram, pois elas podem apresentar diferentes comportamentos. Elas podem ter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/autismo-1024.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-317 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/autismo-1024-300x216.jpg" alt="autismo-1024" width="300" height="216" /></a>Podem-se descrever inúmeros exemplos de como as crianças autistas se mostram, pois elas podem apresentar diferentes comportamentos. Elas podem ter rituais, apresentar dificuldades na fala e serem incapazes de estabelecer contato com as pessoas a sua volta, vivendo em um mundo privado e particular. Podem passar horas manuseando um brinquedo, sem conseguirem realmente brincar. Não se discriminam do outro e seu pensamento simbólico encontra-se fortemente inibido, até mesmo não desenvolvido. Qualquer fato ou experiência que invada este ambiente pode ser vivido como algo aniquilador que gera muito medo. Muitas vezes, pelas particularidades de cada indivíduo, o diagnóstico torna-se difícil ou até mesmo tardio.<span id="more-316"></span></p>
<p>É bastante comum que crianças autistas tenham uma percepção neuro-sensorial, como barulhos, cheiros, sensibilidade ao toque, por exemplo, diferente de crianças que não tem autismo, o que as torna mais sensíveis ao que vem do ambiente externo. Causas múltiplas contribuem para o autismo (biológicas, neurológicas, cognitivas, emocionais ou psicogênicas), porém até hoje não se tem uma explicação definitiva para a síndrome. Sabe-se que o desenvolvimento infantil encontra-se comprometido e por muito tempo se responsabilizou os pais como fatores determinantes para o desenvolvimento do autismo, o que atualmente é entendido de forma diferente.</p>
<p>No autismo, o termo “buraco negro” frequentemente está presente. Os comportamentos autistas seriam a maneira de a criança lidar com a evitação da consciência da separação da mãe, ou seja, lidar com o sentimento de buraco que surge quando se vivencia esta separação. É como se o trauma do nascimento rompesse definitivamente a ligação do bebê com a mãe a ponto de não ser possível uma ligação emocional e criativa, onde a função materna de continência falhasse frente à experiência de desintegração que este bebê vivencia.</p>
<p>Crianças autistas têm dificuldade ou até mesmo incapacidade de alimentar afetivamente o vínculo, o que gera uma dificuldade também no ambiente, e em primeiro lugar nos pais, de seguirem investindo na relação. Por esta razão o diagnóstico e a intervenção precoces se tornam tão necessários e determinantes para a evolução de cada situação.</p>
<p>Artigo de Edda Maria Mendonça Petersen &#8211;  Psicóloga Clínica, Coordenadora do Grupo de Estudos sobre o Autismo da Clínica Horizontes e Coordenadora do Instituto de Ensino Horizontes.</p>
<p>Bibliografia:</p>
<p>Lasnik, M.C. Rumo a Fala – Três crianças autistas em psicanálise. Companhia de Freud</p>
<p>Tustin, F. Autismo e psicose infantil. RJ. Imago, 1975</p>
<p>Tustin, F. Barreiras autistas em pacientes neuróticos, Porto Alegre, Artmed, 1990</p>
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