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	<title>Horizontes Prevenção e Terapia</title>
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	<description>Psicologia - Fonoaudiologia - Psicopedagogia</description>
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	<title>Horizontes Prevenção e Terapia</title>
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		<title>Hallucination: Vida e Obra de Virginia Woolf</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 21:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espetáculo Teatral – Hallucination: Vida e Obra de Virginia Woolf Compre seu ingresso diretamente pelo WhatsApp da Horizontes, clicando no [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p><strong>Espetáculo Teatral – Hallucination: Vida e Obra de Virginia Woolf</strong></p>



<p><strong>Compre seu ingresso diretamente pelo WhatsApp da Horizontes, clicando no link:</strong>&nbsp;<a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5551997667377">https://api.whatsapp.com/send?phone=5551997667377</a></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Espetáculo do grupo NEELIC</em></li>



<li><em>Direção Desirée Pessoa</em></li>



<li><em>Elenco: Lara Mohana e Luísa Bem Dal Pozzo</em></li>
</ul>



<p>Sobre a peça:</p>



<p>Hallucination é um espetáculo que propõe ao espectador um mergulho no universo feminino a partir do encontro com a obra da autora Virginia Woolf. Na encenação, dirigida por Desirée Pessoa e interpretada por Luísa Bem Dal Pozzo e Lara Mohana, é através da evolução da atuação das intérpretes durante o espetáculo que as diversas facetas da autora homenageada vão se revelando: a complexa relação com a irmã Vanessa, é o fio central da narrativa, a qual aborda também a conturbada convivência da artista com o esposo, consigo mesma, com a escrita e, ainda, com as vozes que ouvia nas alucinações constantes, provocadas por severo quadro de depressão.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Local: TEATRO CARLOS CARVALHO –&nbsp;Casa de Cultura Mario Quintana</li>



<li>Data: 21/10/23, sábado, às 19h</li>



<li>Valor Ingresso: R$ 60,00</li>



<li>Meia entrada para estudantes e idosos</li>
</ul>



<p>Após a peça haverá um debate sobre a temática do espetáculo com:</p>



<p>Gabriela Semensato –&nbsp;<em>Doutora em estudos literários, com ênfase em teoria, crítica e comparatismo, pela UFRGS, mestra em literatura comparada e professora licenciada em Letras também pela UFRGS, nas áreas de língua inglesa, língua portuguesa e respectivas literaturas. Realizou formação em teatro e performance na Escola de Teatro do NEELIC e atualmente faz parte do Laboratório de Atuação, Performance e Experimentações Cênicas do NEELIC.</em></p>



<p>Luciane Slomka&nbsp;<em>– Psicóloga (PUCRS), Psicanalista (CEPdePA), especialista em Psico-Oncologia (PUCRS), autora do livro “A palavra umbilical” (Patuá, 2023). Professora do curso de Psicologia da UNISINOS.</em></p>



<p>Nicole Abreu Tartarelli<em>&nbsp;– Psicóloga pela PUCRS, psicoterapeuta de orientação psicanalítica pelo Instituto Horizontes. Supervisora. Ministra seminários para estágio e formação na clínica e Instituto Horizontes.</em></p>



<p>Organização: Instituto de Ensino Horizontes</p>
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		<title>Síntese Do Texto What Happens In The Brain As Very Young Children Learn</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/what-happens-in-the-brain-as-very-young-children-learn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2023 21:11:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Saul Cypel . Professor Livre Docente de Neurologia Infantil pela Faculdade de Medicina da USP. Membro Titular da Academia [&#8230;]</p>
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<p class="has-small-font-size"><img decoding="async" width="80" height="80" class="wp-image-3735" style="width: 80px;" src="https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/saul-cypel-editada.png" alt="" srcset="https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/saul-cypel-editada.png 261w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/saul-cypel-editada-250x250.png 250w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/saul-cypel-editada-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 80px) 100vw, 80px" /><br>Por <strong><em>Saul Cypel</em> </strong><br>. Professor Livre Docente de Neurologia Infantil pela Faculdade de Medicina da USP<br>. Membro Titular da Academia de Medicina de São Paulo<br>. Membro Titular da Academia Brasileira de Pediatria<br>. Ex Assistente de Pesquisa do Instituto de Neurologia – London University- Inglaterra</p>

</blockquote>



<p>Os mais recentes avanços da neurociência permitem a investigação do desenvolvimento das estruturas cerebrais em bebês desde a gestação. O desenvolvimento neurológico é um processo contínuo em que as conquistas de novas habilidades dependem do aprendizado de habilidades anteriores. Entretanto, para que esse avanço gradual ocorra, faz-se necessário a presença de três componentes básicos, que se relacionam constantemente, são eles: estrutura neurobiológica (maturidade cerebral), estimulação (encorajamento dos cuidadores) e afeto (ambiente acolhedor).</p>



<p>O sistema nervoso inicia sua estruturação poucas semanas após a concepção, a maturação cerebral se dá a partir da multiplicação neuronal (entre 10 e 14 semanas de gravidez), passando pela migração e organização da arquitetura celular, pela posterior formação das sinapses e terminando com o revestimento neuronal (formação da mielina). A comunicação cerebral entre suas diferentes partes ocorre através das substâncias chamadas neurotransmissores (como a dopamina).</p>



<p>A genética assume o papel predominante nas transformações das estruturas cerebrais durante a gestação. Posteriormente, o ambiente, as experiências e as relações possuem o potencial de modificar as tendências genéticas, essa influência externa recebe o nome de Epigenética. Da mesma forma que o cérebro gera novos neurônios e conexões, existe um processo contrário chamado “poda neural”, que consiste na eliminação de conexões não utilizadas, a “poda neural” inicia no nascimento e vai até a adolescência, o aprendizado que não usamos acaba sendo eliminado, reforçando a importância dos estímulos ambientais.</p>



<p>Sabe-se que existem períodos críticos(sensíveis) diferentes para cada tipo de aprendizagem, de funções básicas como a audição até as mais complexas como das emoções. Felizmente, a capacidade de plasticidade cerebral pode nos permitir aprender em períodos posteriores, mesmo sem os devidos estímulos de aprendizagem durante os períodos críticos. Ao mesmo tempo que é prejudicial ao aprendizado a apresentação de estímulos de maneira tardia, tentar estimular uma aprendizagem antes do tempo pode aumentar níveis de estresse e ser um complicador do desenvolvimento emocional.</p>



<p>Os conhecimentos a respeito do desenvolvimento neurológico, dos períodos mais sensíveis para as diferentes aprendizagens, da importância do ambiente e dos cuidadores que influenciam no desenvolvimento cerebral, abrem horizontes para reflexões inovadoras sobre o cuidado, avaliação e intervenções com infantes desde antes do nascimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://clinicahorizontes.com.br/jornada2023/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/ID-Jornada-2023-1024x576.png" alt="" class="wp-image-3724" srcset="https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/ID-Jornada-2023-1024x576.png 1024w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/ID-Jornada-2023-250x141.png 250w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/ID-Jornada-2023-768x432.png 768w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/ID-Jornada-2023-854x480.png 854w, https://clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/ID-Jornada-2023.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>Confira mais sobre a Jornada 2023: </p>



<p>Com o tema “Litoral entre Psicanálises e Neurociências: pesquisas e clínica”, nossa convidada é Marie Christine Laznik! A Jornada 2023 ocorrerá nos dias 18 e 19 de Agosto e será PRESENCIAL no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre/RS</p>



<p><strong>APROVEITE O VALOR ESPECIAL DO 3º LOTE DE INSCRIÇÕES ATÉ 31 DE MAIO!</strong></p>



<p><a href="https://www.sympla.com.br/evento/litoral-entre-psicanalises-e-neurociencias-pesquisas-e-clinica-jornada-2023-instituto-horizontes/1800140">https://www.sympla.com.br/evento/litoral-entre-psicanalises-e-neurociencias-pesquisas-e-clinica-jornada-2023-instituto-horizontes/1800140</a></p>
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		<title>Setembro Amarelo</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/setembro-amarelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 19:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se informar para aprender e ajudar o próximo é a melhor saída para lutar contra esse problema tão grave. É [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se informar para aprender e ajudar o próximo é a melhor saída para lutar contra esse problema tão grave. É muito importante que as pessoas próximas saibam identificar que alguém está pensando em se matar e a ajude, tendo uma escuta ativa e sem julgamentos, mostrar que está disponível para ajudar e demonstrar empatia, mas principalmente levando-a ao médico psiquiatra e/ou psicólogo, que vai saber como manejar a situação..</p>



<p>&nbsp;Atualmente, o Setembro Amarelo® é a maior campanha anti estigma do mundo! Em 2022, o lema é “A vida é a melhor escolha!”</p>



<p><strong>De olho na depressão!</strong><br>A depressão é um transtorno comum em todo o mundo: estima-se que mais de 300 milhões de pessoas sofram com ele. A condição é diferente das flutuações usuais de humor e das respostas emocionais de curta duração aos desafios da vida cotidiana. Especialmente quando de longa duração e com intensidade moderada ou grave, a depressão pode se tornar uma crítica condição de saúde. Ela pode causar à pessoa afetada um grande sofrimento e disfunção no trabalho, na escola ou no meio familiar. Na pior das hipóteses, a depressão pode levar ao suicídio. Por isso é importante procurar ajuda de uma especialista, assim que a pessoa perceba que o &#8220;desânimo&#8221; ou tristeza estão se estendendo além do esperado.</p>



<p><strong>Ansiedade também é um fator de risco! </strong></p>



<p>Este transtorno é caracterizado por uma preocupação excessiva com eventos futuros, autocobrança e dificuldade de relaxamento e de percepção do tempo presente, que dura pelo menos seis meses. Os principais sintomas são irritabilidade, dificuldades de concentração, tensão muscular, alterações no sono e, em alguns casos, a ansiedade pode causar sintomas físicos, como taquicardia, sudorese, tremores, gastrite, dores de cabeça, assim como alterações intestinais e do ciclo menstrual. É dividida entre leve e grave e causa diversos prejuízos na vida da pessoa. Por isso é fundamental a busca por terapia e em alguns casos, medicamentos.</p>
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		<item>
		<title>TRANSTORNOS ALIMENTARES: O QUE SÃO E COMO TRATÁ-LOS?</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/transtornos-alimentares-o-que-sao-e-como-trata-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 15:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transtornos alimentares são considerados transtornos psicopatológicos associados com a ingestão de alimentos e a sua repercussão para a autoimagem. Eles [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Transtornos alimentares são considerados transtornos psicopatológicos associados com a ingestão de alimentos e a sua repercussão para a autoimagem. Eles dizem respeito aos hábitos alimentares de uma pessoa e um uso disfuncional da alimentação, causando problemas graves à saúde física e mental.</p>



<p>Os transtornos mais conhecidos são:</p>



<p><strong>ANOREXIA NERVOSA</strong>: quando há a baixa (ou nenhuma) ingestão de alimento e/ou líquidos, levando a agravamentos severos da saúde física, como anemia ou leucemia. A anorexia tem uma repercussão na autoimagem, levando, por vezes, a alterações perceptivas (delírios) em relação à percepção do próprio corpo (por exemplo, ver o corpo “maior” ou “mais disforme” do que ele é).</p>



<p><strong>BULIMIA:</strong> consiste na ingestão impulsiva de alimentos calóricos ou em grande quantidade e, posteriormente, o uso de comportamentos compensatórios (como o vômito, a ingestão de medicações ou chás laxativos, a prática exagerada de exercícios físicos, jejuns etc.). A Bulimia também pode ocasionar sérios problemas à saúde.</p>



<p><strong>T.A.R.E.</strong>: o Transtorno Alimentar Restritivo-Evitativo (TARE) consiste no uso severo de dietas ou protocolos alimentares, causando impacto na nutrição e saúde. O TARE é um transtorno insidioso e pode, algumas vezes, ser confundido como uma “dieta rigorosa” ou uma “exigência muito alta” sobre os tipos de alimentos ingeridos.</p>



<p><strong>COMPULSÃO ALIMENTAR</strong>: causa mais frequente do ganho de peso, a compulsão alimentar consiste na ingestão exagerada de alimentos. Nesses quadros, os indivíduos comem sem apetite e o hábito compulsivo supre ansiedades ou elementos depressivos. É comum chegarem-se a níveis extremos como obesidade ou diabetes em função da compulsão alimentar.</p>



<p>Todos esses transtornos devem ser tratados de forma imediata e exigem acompanhamento interdisciplinar, por psicólogo, psiquiatra e nutricionista. Ainda, alguns quadros, como a anorexia nervosa severa ou a compulsão alimentar crônica, associada a outros quadros psicopatológicos, podem exigir o uso de medicação antipsicótica e, inclusive, internação hospitalar.</p>



<p>O estigma contra essas síndromes é muito alto e é importante não culpabilizar o acometido pelo transtorno alimentar. Suas causas são complexas e, assim qualquer outra psicopatologia, possuem necessidade de acolhimento e tratamento.</p>



<p><strong><em>Sobre o autor:</em></strong><em> Willian Krüger (CRP 07/35028) é psicólogo formado pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), com mestrado em andamento pela mesma instituição na área de Psicologia Clínica. É especializando em psicoterapia psicanalítica pelo Instituto de Ensino Horizontes (IEH). Possui expertise no tratamento de ansiedade e depressão, bem como em processos psicossociais, saúde e desenvolvimento. Ele é parte do corpo clínico da Clínica Horizontes.</em></p>
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		<item>
		<title>Estou ansioso, e agora?</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/estou-ansioso-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 15:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade é um dos sintomas mais comuns dos nossos tempos. Algumas pessoas dizem que o lugar que era ocupado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ansiedade é um dos sintomas mais comuns dos nossos tempos. Algumas pessoas dizem que o lugar que era ocupado pela depressão, como o “mal do século”, hoje seria ocupado pela ansiedade. Mas a pergunta fica: como reconhecê-la e tratá-la?</p>



<p>Inicialmente, precisamos definir o que é esse fenômeno. A ansiedade é uma manifestação sintomática, ou seja, ela é CONSEQUÊNCIA de algum fator estressor, como sobrecarga de trabalho, luto, problemas conjugais, distúrbios corporais ou excesso de responsabilidade.</p>



<p>A ansiedade surge como uma reação emocional a esses fatores estressores, e normalmente pode ser descrita como uma ANGÚSTIA de antecipação: ficamos ansiosos porque pensamos ou experienciamos situações que parecem incontroláveis ou inescapáveis, o que nos gera sensações de medo e evitação, antes mesmo dos problemas acontecerem.</p>



<p>Quadros ansiosos são marcados por muitos sintomas físicos, como palpitações, calafrios, enjoos, tonturas e, em formas generalizadas, insônias e dores de cabeça. A irritação é uma resposta muito frequente a estados de angústia. Quando não tratada, a ansiedade pode se instaurar como síndromes do pânico, transtornos de ansiedade generalizada ou transtornos obsessivos-compulsivos.</p>



<p>O tratamento da ansiedade pode se dar sob três vias: psicoterapêutica, farmacológica e ocupacional. A via psicoterapêutica consiste no acompanhamento com um psicólogo dentro de um regime de psicoterapia. Isto significa trabalhar as causas da ansiedade e sua repercussão emocional na vida do indivíduo. A psicoterapia é a principal e mais eficiente forma de tratamento.</p>



<p>A via farmacológica se trata da ingestão de remédios para controle dos quadros ansiosos a curto e médio prazo. Normalmente seu uso é recursado para sintomas graves ou cronificados, sendo indicado por médico psiquiatra.</p>



<p>A abordagem ocupacional atinge o conjunto de hábitos e padrões disfuncionais que aumentam a ansiedade natural. Isto significa um replanejamento da rotina, reavaliação dos hábitos alimentares (diminuição de estimulantes e alimentos processados, que cientificamente são associados com o aumento da ansiedade), aumento de atividades físicas, controle da rotina de trabalho (adaptação e melhoria da jornada de trabalho) e, por fim, a higiene do sono e dos hábitos de lazer.</p>



<p>Esse conjunto de práticas ajuda na diminuição aguda da ansiedade e aumento da qualidade de vida. A angústia crônica pode ocasionar graves perdas ocupacionais e pessoais e deve ser enfrentada de forma séria e imediata. Sobretudo o medo do descontrole e do abandono (sentimentos frequentemente apontados como a causa “primitiva” da ansiedade) devem ser trabalhados terapeuticamente, ressignificando seu lugar no dia a dia da pessoa acometida.</p>



<p>E aí? Você se considera uma pessoa ansiosa e gostaria de tratar esse problema?</p>



<p><strong>Aqui na Clínica Horizontes contamos com um time de psicólogos e psiquiatras que podem te ajudar a tratar esse conjunto de sintomas de forma segura, rápida e permanente. </strong></p>



<p><strong>Confere nosso site e marca uma primeira consulta!</strong></p>



<p><strong><em>Sobre o autor:</em></strong><em> Willian Krüger (CRP 07/35028) é psicólogo formado pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), com mestrado em andamento pela mesma instituição na área de Psicologia Clínica. É especializando em psicoterapia psicanalítica pelo Instituto de Ensino Horizontes (IEH). Possui expertise no tratamento de ansiedade e depressão, bem como em processos psicossociais, saúde e desenvolvimento. Ele é parte do corpo clínico da Clínica Horizontes.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>BURNOUT E A SAÚDE MENTAL</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/burnout-e-a-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2022 02:10:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou recentemente a Síndrome do Trabalhador Esgotado (Burnout) como uma doença reconhecida na Classificação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou recentemente a Síndrome do Trabalhador Esgotado (Burnout) como uma doença reconhecida na Classificação Internacional de Doenças (CID), tendo relação cientificamente comprovada com o esgotamento psicológico causado pelo trabalho.</p>



<p><br>Os principais sintomas do Burnout são: agressividade, isolamento, ansiedade generalizada, dificuldade grave de concentração, lapsos de memória, baixa auto-estima e ausências no trabalho ocasionadas por esgotamento. É comum o sujeito em Burnout começar a criar pretextos para faltar ao trabalho. O esgotamento físico (fadiga, insônia, perda de apetite e natural enfraquecimento corporal) também está associado à piora do desempenho no ambiente laboral. Há associação entre o uso de substâncias psicoativas (e.g., álcool, cigarro e maconha) e o Burnout.<br></p>



<p>Atualmente, a prevalência da síndrome nas categorias mais afetadas (bancários, enfermeiros, médicos, professores e policiais) gira em torno de 50%. Estudos apontam que, de forma geral, pelo menos 30% de todos os trabalhadores brasileiros, em todas as categorias, apresentem associação com a doença. O Burnout é mais prevalente em homens entre 30 e 50 anos, embora seja muito frequente em mulheres da mesma faixa-etária.</p>



<p>O Burnout é uma síndrome insidiosa e crônica, apresentando evolução lenta. Entretanto, quando instaurado, pode trazer danos devastadores à vida do sujeito. Seu tratamento é majoritariamente feito por psicoterapia e uso de antidepressivos. O afastamento da rotina estressante ou do ambiente laboral tóxico deve ser imediato. É possível obter<br>licença médica por portar Burnout, inclusive dando direito à aposentadoria por invalidez, quando as consequências pela doença tiverem sido comprovadamente irreversíveis.</p>



<p><br>Portanto, para o caso de você estar sentindo alto esgotamento físico e emocional relacionado ao trabalho, estar fazendo uso frequente de substâncias estimulantes ou relaxantes (como café, álcool e cigarro) para conseguir trabalhar, nota sua produtividade diminuir enormemente e suas relações profissionais e pessoais estarem desgastadas,<br>procure um psicólogo ou um psiquiatra. Ainda, fale com o RH da sua empresa. O Burnout é uma síndrome série e merece cuidados precoces. O seu tratamento tem alta eficiência quando realizado de forma controlada e nos primeiros estágios da doença.</p>



<p><br>Neste Janeiro Branco, precisamos falar sobre saúde mental no trabalho. Cuide de você e daquilo que você faz no seu dia a dia. Saúde mental no trabalho é coisa séria!</p>



<p>Outros textos que falam sobre o Burnout:</p>



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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Rh6usJ5U81"><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout-esgotamento-profissional/">Síndrome de burnout (esgotamento profissional)</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Síndrome de burnout (esgotamento profissional)&#8221; &#8212; Portal Drauzio Varella" src="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout-esgotamento-profissional/embed/#?secret=JI0oNCskcw#?secret=Rh6usJ5U81" data-secret="Rh6usJ5U81" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.rbmt.org.br/details/91/pt-BR/prevalencia-de-sindrome-de-burnout-em-professores-medicos-de-uma-universidade-publica-em-belem-do-para
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<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.scielo.br/j/csp/a/pc7N3MpyPZGTkWLVXYtWhKN/?lang=pt
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<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-summit-saude wp-block-embed-summit-saude"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="XJDp3u0nG0"><a href="https://summitsaude.estadao.com.br/saude-humanizada/sindrome-de-burnout-a-importancia-da-saude-mental/">Síndrome de burnout: a importância da saúde mental</a></blockquote><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Síndrome de burnout: a importância da saúde mental&#8221; &#8212; Summit Saúde Estadão" src="https://summitsaude.estadao.com.br/saude-humanizada/sindrome-de-burnout-a-importancia-da-saude-mental/embed/#?secret=Em2EO8jro0#?secret=XJDp3u0nG0" data-secret="XJDp3u0nG0" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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		<title>Dia Mundial de Luta contra a AIDS</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 02:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 1º de dezembro comemoramos o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Esse dia marca a importância de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 1º de dezembro comemoramos o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Esse dia marca a importância de pensarmos sobre a prevenção ao HIV/AIDS, bem como na melhoria da qualidade de vida das pessoas que vivem com o vírus.</p>



<p><br>Segundo pesquisa conduzida por estudiosos americanos, o HIV surgiu em meados dos anos 20, na República Democrática do Congo. Mas somente com a epidemia ocorrida nas Europas e nas Américas, na década de 80, que seu<br>conhecimento chegou a vias públicas. Com o “boom” de infecções pelo vírus, a doença se tornou uma questão de saúde global.</p>



<p><br>Atualmente, estima-se que 37 milhões de pessoas no mundo inteiro vivam com HIV. Delas, quase 1 milhão ocupam território brasileiro. A qualidade de vida e o acesso à medicamentos e recursos em saúde para pessoas que vivem com o vírus melhorou exponencialmente, desde a epidemia dos anos 80. Hoje em dia o HIV é reconhecido como uma doença crônica e controlável, apresentando ótima resposta ao tratamento antirretroviral. Pessoas que vivem com HIV tem expectativa e qualidade de vida iguais às pessoas que não infectadas.</p>



<p><br>Entende-se, inclusive, que pessoas que seguem o tratamento antirretroviral corretamente, e possuem exames indetectáveis de carga viral, são pessoas que não transmitem o vírus. Isto é, ser indetectável para o HIV significa,<br>também, ser intransmissível (I=I). Isso representa um enorme avanço às políticas de saúde e condições plenas para pessoas soropositivas.<br></p>



<p>Assim, o fator de maior preocupação sobre as infecções ao HIV continua sendo a sua estigmatização e a marginalização. É importante destacar o papel das campanhas contra preconceito e violências simbólicas relacionadas a essa questão de saúde. É preciso pautar o tema em diferentes espaços de convivência para que, cada vez mais, sujeitos sejam respeitados em sua integralidade e não tenham direitos limitados pela sua sorologia.<br></p>



<p>O dia mundial de luta contra a AIDS representa um marco político de garantia de direito e respeito à diversidade e à vida. Diminuir o número de infecções pelo vírus, assim como assegurar qualidade de vida e acesso a saúde, é um<br>dever da sociedade como um todo, dentro de uma luta por diminuição da desigualdade e da violência simbólica.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>William Maciel Kruge</strong>r &#8211; Psicólogo</td></tr></tbody></table></figure>
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		<title>Dia da Consciência Negra</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/dia-da-consciencia-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 04:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autora: Jaqueline Batista, Graduanda em Psicologia, Coord. Grupo Intelectuais daNegritude, Formanda em Psicologia Humanista “Exu matou um pássaro ontem,com uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Autora: Jaqueline Batista, Graduanda em Psicologia, Coord. Grupo Intelectuais da<br>Negritude, Formanda em Psicologia Humanista</p>



<p class="has-text-align-right"><em><span class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">“Exu matou um pássaro ontem,<br>com uma pedra que só jogou hoje”<br>ditado Ioruba</span></em></p>



<p>No mês em que comemoramos o dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, me pergunto o que eu, uma mulher Negra, periférica, estudante de psicologia, poderia trazer ? O que deixar a quem ler este texto?</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Alimente-se!</li></ul>



<p>Na psicanálise, aprendemos que somos sujeitos da relação, estamos constantemente tentando resolver algo que se constituiu na relação com um outro. E quem seria este outro?</p>



<p>Em Lacan temos um Grande Outro, aquele com quem o sujeito se relaciona e tenta a todo tempo, inconscientemente, agradar. Através desta perspectiva, faz sentido pensar que, para que o homem habite a sua morada, deva antes, entender o que em seu corpo não lhe pertence, para a partir daí fazer suas próprias escolhas.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Somos livres?</li></ul>



<p>É simples demais achar que sou livre para escolher o que eu quiser ser, já que Winnicott em sua imensa obra nos conta que o homem nasce numa dependência absoluta.<br>E se somos seres dependentes quem nos liberta para a independência?<br></p>



<p>O outro, voltamos a Lacan? Não, hoje vamos por um outro caminho.</p>



<p>Neuza Santos Souza, em seu livro Torna-se Negro, nos traz um pouco de como o Negro agride seu corpo, sua imagem, instigado por um Grande Outro, o qual tem total domínio da historicidade constitutiva da Negritude. A leitura da obra transforma, entramos em contato com a experiência traumática vivida pela autora, o negro visto como coisa, de ser feito objeto. Neusa expõe pensamentos profundos e incômodos sobre o dispêndio afetivo do assujeitamento, da negação cultural e da negação do próprio corpo negro. E o quanto é sofrido quando o sujeito busca ascensão social, e esse empenho para chegar onde se quer, fica às custas de negar sua identidade, quem se é. E neste caso o Grande Outro passa a ser o branco como ideal a ser alcançado.</p>



<p>Neusa (1983,p 17) escreve em seu livro:</p>



<p class="has-text-align-right">“Saber-se negra é viver a experiência de<br>ter sido massacrada em sua identidade,<br>confundida em suas expectativas,<br>submetida a exigências, compelida a<br>expectativas alienadas”</p>



<p>Torna-se negro é tarefa difícil ainda hoje? Segundo Fanon (2008, p.26):</p>



<p class="has-text-align-right">“Existe uma zona do não ser, uma<br>região extraordinariamente estéril e árida, uma<br>encosta perfeitamente nua, de onde pode brotar<br>uma aparição autêntica. Na maior parte dos<br>casos, o negro não goza da regalia de<br>empreender essa descida ao verdadeiro inferno”</p>



<p>A busca por tornar-se negro, implica renunciar a toda uma história que nos foi contata e que acreditamos ser real, fazer uma escolha por viver quem se é, e antes de tudo livrar-se do que não nos pertence. Um longo caminho doloroso a ser percorrido, alguns talvez não queiram e escolham ficar onde estão, outros nem tenham a consciência de que este caminho exista e outros farão a viagem, Sankofa, segundo Abdias do Nascimento(2020), o conceito que traduz-se por “retornar ao passado para ressignificar o presente e construir o futuro”.</p>



<p>Alimente-se, para fazermos uma escolha, precisamos de saberes, e não únicos, pois corremos o risco de sermos induzidos e traídos pelo véu de quem nos conta. Assim como Chimamanda Ngozi trás em seu livro, O perigo de uma História Única, onde a autora fala com delicadeza de estórias da sua infância que nos ensinam muito.</p>



<p>Implique-se, no seu livro Pequeno Manual Antirracista, Djamila Ribeiro, apresenta uma série de “dicas” que podem ser seguidas por todos nós: informe-se sobre o racismo, enxergue a negritude, reconheça os privilégios da branquitude, perceba o racismo internalizado em você, apoie políticas educacionais afirmativas, transforme seu ambiente de trabalho, leia autores negros, questione a cultura que você consome, conheça seus desejos e afetos, combata a violência racial e sejamos todos antirracistas.</p>



<p>Este é apenas o sumário apresentado no livro, mas que por si só, já nos diz que é preciso uma trajetória. O que se assemelha a outros intelectuais negros, que também nos falam em suas obras desse “caminho de volta” para a autenticidade.</p>



<p>Neste 20 de Novembro, em comemoração ao dia da Consciência Negra, estejamos todos implicados numa luta pela igualdade, uma batalha que não deve ser travada sozinho, já que é na relação com o outro que nos constituímos, cabe a nós prezarmos por uma relação sem dominância e livre de (pre)conceitos.</p>



<p><span class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><em>Referências:</em><br>Adichie, C. N. (2019). O perigo de uma história única. Brasil: Companhia das Letras.<br>Fanon, F. (2020). Pele negra, máscaras brancas. Brasil: Ubu Editora.<br>Nascimento, A. (2020). Ocupação Abdias Nascimento &#8211; Ocupação. Itaú Cultural.<br>Souza, N. S. (1983). Tornar-se negro, ou, As vicissitudes da identidade do negro brasileiro<br>em ascensão social. Brasil: Graal.<br>Ribeiro, D. (2019). Pequeno manual antirracista. Brasil: Companhia das Letra</span>s.</p>
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		<title>Apresentação Livro &#8220;Ensaios sobre Reprodução Assistida, Parentalidades e Adoção&#8221;</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/apresentacao-livro-ensaios-sobre-reproducao-assistida-parentalidades-e-adocao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 17:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentação escrita por Josiane Weiss Livro organizado por Renata Viola Vives Olho para trás, para a história da humanidade. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Apresentação escrita por Josiane Weiss</em></p>



<p>L<em>ivro organizado por Renata Viola Vives</em></p>



<p>Olho para trás, para a história da humanidade. O Homo Erectus foi capaz de revolucionar seu tempo ao produzir facas e ferramentas feitas de lascas de pedras. Quatrocentos mil anos atrás começam a surgir os Neandertais, que as aperfeiçoam e começam a se deslocar pela Europa e Ásia. Diferenciando-se destes, em torno de trezentos mil anos atrás o Homo sapiens aparece na África e só a 50 mil anos atrás chega à Europa. O Homo Sapiens evoluiu a um tal grau de sofisticação cognitiva que lhe permitiu conquistar e dominar o mundo e as outras formas de vida. Nesse espaço temporal, foi capaz até de reproduzir nossa arquitetura cerebral em microchips que comandam linhas de produção, armazenam trilhões de informações em nuvens, e nos interligam, a despeito de qualquer distância. Também ousou aventurar-se no Universo para além de nossa órbita terrestre. </p>



<p>Mas o Homo Sapiens, como bem nos descreve o historiador Yural Harari, quer mais. Promover-se à condição de Homo Deus. Se a felicidade constante e a imortalidade não foram de todo dominadas, já garantiu o controle de seu próprio substrato biológico. Ao manipular células e gametas, foi capaz de criar vida humana fora de um corpo, como Deus!</p>



<p>Inquieta, dando sequência as suas Reflexões Psicanalíticas sobre a Reprodução Assistida (2019), Renata Viola Vives divide conosco seus ensaios sobre Reprodução Assistida, Parentalidade e Adoção, e organiza uma nova coletânea com ensaios de importantes nomes do cenário psicanalítico latino-americano sobre seus trabalhos e questionamentos sobre esta temática. Além de ensaios da própria Renata Vives, este nome livro traz o pensamento de Gina Levinzon, Gley Pacheco Costa, José Galeano, Juliana Roberto, Kimberly Fernandes, Nathalia Vieira, Patrícia Alkolombre, Patrícia Gramacho e Sara Fagundes.</p>



<p>São textos sobre os diversos desdobramentos que a Reprodução assistida vem trazendo à nossa clínica psicanalítica cotidiana. O desejo de filho, desejo de quê filho, desejo de filho a que tempo, assim como o desejo de não filho, habitam campos fantasmáticos tanto de mulheres como de homens. A mulher segue gestando, mas o homem também deseja. Não há limites temporais, espaciais ou biológicos para que o Homo Deus satisfaça seus desejos.</p>



<p>Ah! Essa ânsia, essa fome do humano sempre frustrado e querendo subverter seus limites, o interditado. As tecnologias de reprodução Assistida quase tudo permitem. Mas, como os autores deste livro muito bem colocam, trazem consigo novas subjetividades (inclusive para os indivíduos desta forma gerados). Abordam também o impacto e repercussões destas técnicas sobre as novas formas de parentalidade, sobre questões éticas&nbsp; e bioéticas.</p>



<p>Aqui podemos também refletir sobre os caminhos de resolução para a infertilidade de um casal que antes passavam pela adoção de um filho já nascido, e que agora percorrem os caminhos da ovodoação. Surgem novas perguntas. Até quantos filhos espalhados pelo mundo poderá gerar um esperma-doador? A genética aqui reproduzida enquadra estes novos seres na categoria de meio-irmãos? E se estes sem saber sexualmente vierem a se relacionar, seria incesto?&nbsp;</p>



<p>Os autores lembram ainda que na reprodução assistida sempre haverá um terceiro intermediando o desejo de dois de um filho. Prazer sexual e prazer de gerar deixam de ser vinculadores. Agora nos é permitido gerar filhos até com nossas mães, por barrigas de substituição.</p>



<p>A coletânea ainda nos traz reflexões sobre o luto da descontinuidade genética nos casos em que óvulos ou esperma precisam ser de doadores. Passada a euforia inicial do sucesso do procedimento, surge o sentimento do estranho: Meu filho poderá até assemelhar-se a mim, mas nunca será como eu. E isto precisa ser falado, ser tratado. Também nas sessões de terapia aparece o drama do descarte de óvulos ou embriões congelados e não mais desejados, ou a ambivalência entre o desejo de repetir o processo assistido e o temor de um novo fracasso significado pelo abortamento espontâneo. Homens não gestam, não abortam, mas também precisam ser acompanhados neste processo.</p>



<p>E até mesmo o amor, o que é o amor? Amor enquanto fonte constante de prazer ou desprazer? O amor materno que sustenta o início da vida, nascido do desejo narcísico de ser eternamente correspondido, poderá ser sustentado se o corpo gerado é sentido como pedaços de outra ou de outro desconhecido? Como o Sapiens, do alto de sua racionalidade lidará com a falta de registros psíquicos que deem conta disso sem perder sua condição de pretenso Homo Deus?&nbsp; É com estas e outras mais vivências clínicas, inquietações e elaborações que os autores nos convidam à leitura desta obra. Uma aventura instigante!</p>
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		<title>BANZO</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/banzo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 18:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://clinicahorizontes.com.br/?p=3466</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como pensar o suicídio e a saúde mental da população negra, desde que estamos no Mês Setembro Amarelo, na campanha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como pensar o suicídio e a saúde mental da população negra, desde que estamos no Mês Setembro Amarelo, na campanha de combate e prevenção do suicídio que percebe a necessidade de rompermos o<br>silêncio que paira sobre esse tema?</strong> </h2>



<p><em><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color">Texto por Cristiane Feijó Corrêa &#8211; Psicóloga Social. Promotora Legal Popular em formação / Balcão da Cidadania / Pulsão Democrática / Membro do Grupo de Leituras Intelectuais da Negritude / Pesquisadora em Relações Étnico Raciais</span></em></p>



<p>Em fevereiro de 2021, participei de uma experiência cênica online chamada “Clínica Pública de Análise Política” [C.P.A.P], parte integrante da pesquisa Exercícios de Transgressão: A candidatura presidencial como prática de liberdade, que consistia em 6 sessões de análise política com a presença e atuação do ator paulista Caio Cesar Andrade Costa. </p>



<p>Nesta clínica performativa, o público seria composto por uma pessoa numa interação/interlocução com o ator podendo escolher entre os papéis de analista ou analisado.</p>



<p>Escolhi ser analista, para a surpresa do performer, um homem branco, jovem, de pele clara e cabelo crespos como os de um negro mestiço. </p>



<p>De minha parte, a mulher negra que sou também foi surpreendida com um “paciente que vestia roupas femininas e usava maquiagem, numa caracterização de personagem que critica a cisgeneridade.</p>



<p>Dos muitos temas trazidos para as sessões, persistia a impossibilidade de agência política no cenário atual brasileiro somado a um sentimento de impotência e da constante percepção de que não fazemos o suficiente para contornar as crises sociais que nos assolam, enquanto coletividade, ou seja, enquanto cidadãos de um país chamado Brasil.</p>



<p>Ironicamente, ao contrário dessas conclusões sobre a imobilidade e inércia do cidadão brasileiro, o “(im)paciente” tinha muitas atividades políticas para além das artes cênicas: pai de adolescente, cuidador, ativista nas questões indígenas,<br>produtor cultural, entregador ciclista, estudante, leitor, criador. </p>



<p>A conta sempre aberta que não fecha, essa equação do “muito fazer vezes o pouco perceber fazer” tem como produto um excesso que massacra e foi por esse caminho que chegamos ou retornamos ao termo Banzo.</p>



<p>Definimos Banzo como um estado de desterro, desapropriação, isolamento, saudade de uma terra que ficou longe de ser habitada, que desconhecemos.<br></p>



<p>Sentimos o Banzo como uma dormência, um formigamento de uma parte de si mesmo que está ali, mas permanece inerte, sem resposta. </p>



<p>O mesmo Banzo que fez com que escravos tirassem a própria vida comendo terra como forma de fugir ao holocausto da escravidão, e que seguissem desistindo de viver na precariedade do pós-abolição. </p>



<p>Banzo/apatia, Banzo/apartheid, Banzo/desconexão com a própria terra e que faz engolir toda a violência da terra/Estado no qual se vê sendo suicidado a cada dia.</p>



<p>São mulheres negras, jovens negros, crianças negras as maiores vítimas do suicídio perpetrado por uma sociedade estruturalmente racista. Também são vítimas do assassinato e da violência, da exclusão, da marginalização. </p>



<p>O Estado Necropolítico atinge também as pessoas não negras, que foram jogadas para fora da corrida neoliberal e meritocrática, ampliando um contingente de excluídos diante de uma pequena parcela de privilegiados.<br></p>



<p><strong>Nesta perspectiva social, como pensar o suicídio e a saúde mental da população negra, desde que estamos no Mês Setembro Amarelo, na campanha de combate e prevenção do suicídio que percebe a necessidade de rompermos o<br>silêncio que paira sobre esse tema?</strong></p>



<p><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color"><strong>A Psicologia comprometida com a racialização das questões de saúde mental precisa observar que existe uma interseccionalidade nos fatores que abrangem a questão e que se torna imprescindível considerar as estruturas e perversidades do racismo que mantém um sistema de exploração, preconceito e exclusão de corpos políticos inaptos à travar a batalha meritocrática.</strong></span></p>



<p>O teatro performativo da Clínica Pública de Análise Política informou algo muito importante para pensarmos a clínica e a prática em psicologia em suas diversas abordagens: a origem social do sofrimento quando se possui um corpo<br>determinado pela sociedade, como é o caso dos negros, indígenas, trans, deficientes, velhos, crianças e adolescentes…</p>



<p>É tempo de perguntarmos, como o faz Denise Ferreira da Costa em seu livro A Dívida Impagável: <em><strong>Por que a morte de jovens negros não causa uma crise ético-moral global?</strong></em></p>



<p></p>
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