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	<title>Arquivos ansiedades - Horizontes Prevenção e Terapia</title>
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	<description>Psicologia - Fonoaudiologia - Psicopedagogia</description>
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	<title>Arquivos ansiedades - Horizontes Prevenção e Terapia</title>
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		<title>Masturbação Infantil! Saiba como agir com as crianças quando isto começa a ocorrer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Horizontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2016 16:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicodiagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopedagogia]]></category>
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		<category><![CDATA[PSICOPEDAGOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Ainda nos dias de hoje, a masturbação é um assunto tabu, que traz vergonha e preconceito, independente da idade. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/masturbaçao-infantil.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-784 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/masturbaçao-infantil-300x300.jpg" alt="masturbaçao infantil" width="300" height="300" /></a>Ainda nos dias de hoje, a masturbação é um assunto tabu, que traz vergonha e preconceito, independente da idade. Porém, cabe ressaltar que o conhecimento sobre a sexualidade é fundamental para o bom desenvolvimento infantil e que se estenderá até a vida adulta.</p>
<p>A masturbação infantil é um comportamento normal, o que devemos observar é a intensidade e a freqüência com que ocorre, pois tudo que é demais não é sinal de saudável.</p>
<p>Já nos primeiros anos de vida a criança começa a se dar conta de que os meninos são diferentes das meninas. Começam a se tocar e querer ver as genitálias de colegas e até de seus pais.</p>
<p><span id="more-783"></span></p>
<p>A masturbação pode ocorrer com mais freqüência nas crianças quando elas estão mais ansiosas, tristes, sonolentas ou tensas, por proporcionar, além de prazer, um alívio das tensões.</p>
<p>Mas como devemos reagir quando percebemos nossos filhos neste momento? Sempre com muita naturalidade, o importante é conversar e explicar que este momento é íntimo e que não deve ser feito na frente dos outros, e sim em momentos e locais reservados. Se mesmo assim a criança permanecer se masturbando, chame a atenção para outro brinquedo ou brincadeira, fazendo com que ela se distraia.</p>
<p>Quando devemos nos preocupar? Quando começa a ser muito freqüente e muito intenso, ou quando acompanhada de um isolamento ou baixa auto-estima. Nestes casos pode ser indício de conflitos emocionais importantes, sendo necessário a ajuda de um especialista.</p>
<p>Então não se preocupe se você se deparar com uma criança se masturbando, lembre-se que todas precisam se conhecer e se explorar em diferentes âmbitos. Como dito anteriormente, trate o assunto com tranqüilidade, oriente ela da sua individualidade e se preciso distraia para outro foco. Se ainda assim você ficar preocupado com o comportamento da criança, busque uma opinião de um psicólogo ou psicopedagogo.</p>
<p><span style="color: #000080;">Artigo escrito pela Psicopedagoga Vanessa Cardoso Diehl /Esp. em Neuropsicologia</span></p>
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		<title>DESENVOLVIMENTO DA FALA: Como Evitar Erros Comuns que Atrapalham as Crianças</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/desenvolvimento-da-fala-como-evitar-erros-comuns-que-atrapalham-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manoela Czuka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2015 02:26:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientação Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedades]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento da fala]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O momento de o filho falar as primeiras palavras é um dos momentos mais esperados pelos pais. Mas, muitas vezes, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/crianca-com-megafone-000000000000067A.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-327" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/crianca-com-megafone-000000000000067A-300x225.jpg" alt="crianca-com-megafone-000000000000067A" width="300" height="225" /></a>O momento de o filho falar as primeiras palavras é um dos momentos mais esperados pelos pais. Mas, muitas vezes, sem saber ou se darem por conta os pais podem “atrapalhar” o desenvolvimento natural da fala do seu filho. Como evitá-los e quais os principais erros cometidos?</p>
<p><span id="more-1681"></span></p>
<p>&#8211; Falar na Altura da criança: quando o adulto fica na mesma altura da criança  fica mais fácil dela poder observar os movimentos da boca do adulto, desta forma ela passa a ter um modela visual dos movimentos articulatório dos sons da fala.</p>
<p>&#8211; Não interrompa nem antecipe a fala da criança: não apresse a criança quando ela estiver com dificuldades em completar uma frase, é importante deixá-la falar no seu tempo. Antecipar a fala da criança fará com que ela sempre espere que alguém fale por ela.</p>
<p>Por volta dos 2 anos e meio aos 4 anos de idade há a gagueira fisiológica, que ocorre devido ao aumento muito rápido do vocabulário e da elaboração mental que não acompanha a ato motor. A criança então acaba gaguejando, atropelando as palavras e se repetindo. Nesse período interrompe-la ou antecipar sua fala pode fazer com que se estressem.</p>
<p>&#8211; Não use Gestos: para conseguirem o que desejam muitas crianças usam os gestos, que podem ser uma ponte para a fala mas não uma bengala para a comunicação. Mesmo a criança ainda não falando é muito importante que os pais nomeiam os objetos, suas ações, explicar a criança o que ela está pedindo, como por exemplo: se ela apontar para a mamadeira dizer á ela, “Ah você quer a mamadeira?”.</p>
<p>&#8211; Não repetir a palavra errada: um dos erros mais comuns que os pais cometem é repetir a palavra errada que o filho disse antes de corrigi-la.</p>
<p>&#8211; Evitar palavras no diminutivo: o ideal é empregar as palavras corretamente deste a chegada do bebê.</p>
<p>&#8211;  Não substituir palavras: Falar sempre corretamente com a criança é a melhor escolha que os pais podem fazer, embora às vezes pareça difícil.</p>
<p>&#8211; Não chupar bico ou tomar mamadeira: após os dois anos de idade o ideal é que a criança na utilize mais bico ou mamadeira.</p>
<p>&#8211; Não fazer da palavras errada motivo de diversão: muitas vezes a palavra que a criança oraliza errada torna-se motivo de brincadeira entre familiares por ser engraçadinho porém repetir a brincadeira pode trazer problemas.</p>
<p>&#8211; Procurar ajuda se achar necessário: cada criança tem seu tempo no seu desenvolvimento da fala. A partir dos dois anos a criança já deve ser capaz de ter um diálogo com frases curtas como: “ qué papa” e até os cinco anos deve falar corretamente como um adulto. As alterações mais simples da fala e mais frequentes estão relacionadas às trocas, omissões e distorções dos sons. Já as alterações mais graves estão relacionadas com atrasos no desenvolvimento, ou seja, crianças que começam a falar muito tarde.</p>
<p>Artigo escrito por Manoela Bo. Czuka – Fonoaudióloga &#8211; CRFa/RS: 8809 / Especialização em Neuropsicologia UFRGS/IMEC</p>
<p>Referência  Bibliográfica: <strong>Estimulação da Linguagem (Aspectos teóricos e práticos)</strong><strong><br />
</strong><strong><em>Autor: LAMONICA, 2008.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>TAG – TRANSTORNO DA ANSIEDADE GENERALIZADA</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/tag-transtorno-da-ansiedade-generalizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[arsnova]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 15:28:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicodiagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedades]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento psicoterápico]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação psicoterápica]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. É considerada normal [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Dicas_Ansiedade.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-313" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/Dicas_Ansiedade-211x300.jpg" alt="Dicas_Ansiedade" width="211" height="300" /></a>  A ansiedade é uma reação normal diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. É considerada normal a ansiedade que se manifesta nas horas que antecedem uma entrevista de emprego, a publicação dos aprovados num concurso, o nascimento de um filho, uma viagem a um país exótico, uma cirurgia delicada, ou um revés econômico. Nesses casos, a ansiedade funciona como um sinal que prepara a pessoa para enfrentar o desafio e, mesmo que ele não seja superado,  favorece sua adaptação às novas condições de vida. <span id="more-1679"></span></p>
<p>O transtorno da ansiedade generalizada (TAG), segundo o manual de classificação de doenças mentais (DSM.IV), é um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, persistente e de difícil controle, que perdura por seis meses no mínimo e vem acompanhado por três ou mais dos seguintes sintomas: inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono.</p>
<p>É importante registrar também que, nesses casos, o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos geradores do transtorno, causa muito sofrimento e interfere na qualidade de vida e no desempenho familiar, social e profissional dos pacientes.</p>
<p>O transtorno da ansiedade generalizada pode afetar pessoas de todas as idades, desde o nascimento até a velhice. Em geral, as mulheres são um pouco mais vulneráveis do que os homens.</p>
<p><b>Sintomas</b></p>
<p>Os sintomas podem variar de uma pessoa para outra. Além dos já citados (inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular) existem outras queixas que podem estar associadas ao transtorno da ansiedade generalizada: palpitações, falta de ar, taquicardia, aumento da pressão arterial, sudorese excessiva, dor de cabeça, alteração nos hábitos intestinais, náuseas, aperto no peito, dores musculares.</p>
<p><b>Diagnóstico</b></p>
<p>O diagnóstico do TAG leva em conta a história de vida do paciente, a avaliação clínica criteriosa e, quando necessário, a realização de alguns exames complementares.</p>
<p>Como os sintomas podem ser comuns a várias condições clinicas diferentes que exigem tratamento específico, é fundamental estabelecer o diagnóstico diferencial com TOC, síndrome do pânico ou fobia social, por exemplo.</p>
<p><b>Tratamento</b></p>
<p>O tratamento do TAG inclui o uso de medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos, sob orientação médica, e a terapia comportamental cognitiva.</p>
<p><b>Recomendações</b></p>
<p>* Se você é visto como alguém de estopim curto, que anda sempre com os nervos à flor da pele e tem muita dificuldade para relaxar, provavelmente chegou a hora de procurar um médico para avaliar esse estado permanente de tensão e ansiedade;</p>
<p>* Se você cobra muito de si mesmo, está sempre envolvido em inúmeras tarefas e pressionado pelos compromissos, tente pôr ordem não só na sua agenda, mas também na sua rotina de vida, sem esquecer de reservar um tempo para o lazer. Se não conseguir sozinho, não se envergonhe, peça ajuda.</p>
<p>Matéria extraída do site: drauziovarella.com.br</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quem escolhe a escola?</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/quem-escolhe-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[arsnova]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2014 13:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedades]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[O Lugar dos Pais na Psicoterapia de Crianças e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A família vive hoje uma crise de identidade. Embora seja bem grande o número de pessoas que vive criticando e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/crianca-mae-escola-1359646969962_300x420.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-305 size-medium" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/crianca-mae-escola-1359646969962_300x420-214x300.jpg" alt="crianca-mae-escola-1359646969962_300x420" width="214" height="300" /></a>A família vive hoje uma crise de identidade. Embora seja bem grande o número de pessoas que vive criticando e culpando os pais (cada vez com mais severidade), como se fossem eles sempre os único culpados por quaisquer atos inadequados dos filhos, preciso dizer, com toda a convicção e baseada em minha experiência como educadora há décadas, que nunca houve nas gerações anteriores, pais tão preocupados com a democratização da relação. <span id="more-299"></span></p>
<p>A hierarquia rígia que existia na família foi sendo gradualmente substituída pelo diálogo, pelo respeito à individualidade e às características pessoais de cada um dos filhos, pelo direito à privacidade, pelo direito de alcançar uma relação baseada no respeito mútuo e não no medo. Emfim, de um maneira geral vimos assistindo ano após ano, a luta dos pais não repetirem o modelo inflexível que vigorou até as décadas de 60/70.  Até então prevaleciam duas concepções: ou a criança era vista como adulto em miniatura (o que gerava expectativas irreais sobre suas possibilidades: não se sujar, sentar direitinho, não deixar cair das mãos, etc.) era ou, ao contrário, como um ser incapaz de participar de quaisquer decisões sobre a sua vida (era comum ouvir-se: criança não tem querer!). Qualquer que fosse a maneira de encará-la, à criança  restava apenas um caminho: obedecer sem contestar. Depois de uma verdadeira revolução chegou-se ao oposto: tem criança decidindo até o modelo do carro que o papai vai comprar ou se a família vai encomendar um irmãozinho a mais! Não é força de expressão. É fato. Devido a tantas mudanças, pais e mães, confundem ou ignoram o seu verdadeiro papel. Em nome da igualdade, tem gente desesperada  com a falta de limite dos filhos. A questão que se coloca, portanto, é: até onde vai o direito de as crianças decidirem  sobre a sua própria vida e sobre a vida da família?</p>
<p>Ouvir a atender as necessidades dos filhos é fundamental; é, aliás, uma obrigação dos pais esclarecidos. Saber quais são seus desejos, preferências, pensamentos, expectativas e necessidades, é sem dúvida, importante.  Mas é necessário em meio a tudo isso, que os pais estejam muito conscientes do papel que lhes cabe e de quais são as suas responsabilidades com os filhos.</p>
<p>Por exemplo, quem deve decidir que tipo de escola o filho deve frequentar, qual o modelo de educação a ser seguido, com que idade começar a frequentar o colégio, se deve ir ou não À escola porque está chovendo muito? Decisões desse teor devem tomar por matriz a análise do desenvolvimento da crianças e não apenas o que ela gostaria de fazer, mas o que é necessário para o seu desenvolvimento harmônico e integral. Enquanto estão nas primeiras séries (educação infantil e ensino fundamental), sem dúvida, a escolha é um dever e um direito dos pais e por eles deve ser feita. É evidente que a criança não tem ainda condições &#8211; intelectual ou emocional &#8211; nem discernimento para decidir qual modelo de escola irá frequentar.</p>
<p>Essa opção &#8211; em que escola colocar os filhos &#8211; deve ser feita com base em vários elementos.</p>
<p>O primeiro deles e o mais importante (antes de considerar distância da residência, limpeza, infra-estrutura, etc.) deve ser a definição de que tipo de educação deseja dar aos filhos. A escolha deve ser feita, antes de tudo, em conformidade com o trabalho educacional desenvolvido na família.</p>
<p>O segundo aspecto essencial a ser considerado é a personalidade da criança. Como é o seu filho?</p>
<p>&#8211; É voraz e interessado em aprender ou só quer saber de futebol e videogame?</p>
<p>&#8211; Tem alta capacidade de concentração ou se distrai com facilidade?</p>
<p>&#8211; É motivado ou é preciso estar sempre criando situações para que se interesse por alguma coisa?</p>
<p>&#8211; É tímido e introvertido ou é despachado e intrépido?</p>
<p>Etc.</p>
<p>Cada uma dessas perguntas e muitas outras, evidentemente, devem ser consideradas. Existem crianças que precisam de mais incentivo do que outras, naturalmente motivadas. De acordo com esse conhecimento, os pais poderão estabelecer com mais segurança qual a escola ideal.</p>
<p>A partir dos 12 anos mais ou menos, porém,  se por alguma razão precisamos transferir a criança para outro estabelecimento de ensino, ela já terá condições de trocar idéias de forma mais objetiva.  Aí sim, será positivo ouvi-la para avaliar o que deseja. Mas é bom lembrar que o imediatismo do adolescente pode conduzi-lo a aspirações nem sempre as mais indicadas quando se tratar de estudar (por exemplo, eescolher uma instituição em que sabe que &#8220;todos passam&#8221; sem precisar nem frequentar as aulas).  De todo modo, ouvir os filhos em qualquer idade, é sempre bom e necessário; considerar de fato o que disseram também; a decisão final, no entanto, deve sr dos pais, porque, de modo geral, quanto menores, menos condições têm de analisar adequadamente a questão. Nada no entanto, que uma conversa bem orientada, com argumentos concretos e muita segurança da parte dos pais, não resolva.</p>
<p>A família precisa reassumir sem medo o papel de principal agência educadora das novas gerações. A escolha da escola é uma decisão dos pais, ainda que ouvidos os filhos e estudadas duas características.</p>
<p><em>Fonte: Trecho extraído do livro &#8220;Os direitos dos pais&#8221;, de Tãnia Zagury</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que meu filho perde o sono?</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/por-que-meu-filho-nao-dorme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2014 00:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedades]]></category>
		<category><![CDATA[bruxismo]]></category>
		<category><![CDATA[falências educativas]]></category>
		<category><![CDATA[primeira infância]]></category>
		<category><![CDATA[ranger de dentes]]></category>
		<category><![CDATA[sonambulismo]]></category>
		<category><![CDATA[terror noturno]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns pais questionam-se em relação ao sono dos filhos. Por que acontecem os transtornos no sono infantil e quando se preocupar?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-64" alt="crianca-menina-dormindo-bichinho-pelucia" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2014/03/crianca-menina-dormindo-bichinho-pelucia-300x187.jpg" width="300" height="187" />Alguns pais questionam-se em relação ao sono dos filhos. Dizem que a criança não dorme ou acorda várias vezes durante a noite. Não sabem se deve ser alimentada ao acordar, se a deixam chorar, se trazem para o seu quarto.</p>
<p><span id="more-1660"></span>Os transtornos do sono não são incomuns na primeira infância, por vezes podendo se estender até além dos cinco ou seis anos. Geralmente estão também relacionados a ansiedades da família, principalmente da mãe. Por vezes ocorrem em razão justamente da criança compartilhar o quarto dos pais. Podem também estar relacionados a fatores familiares (gravidez materna, ausência de um dos pais) ou a falências educativas (falha na colocação de limites, ficar acordada até tarde, entre outros).</p>
<p>Os transtornos do sono podem ser, entre outros, o terror noturno (quando a criança acorda assustada, com gritos e choro) e o sonambulismo (a criança caminha pela casa, sem perceber seus movimentos e ações), além do ranger de dentes e do babar no travesseiro.</p>
<p>Quando ocorrem dúvidas quanto ao que fazer, lembre-se de que tudo que ocorre com frequência, já vem ocorrendo há algum tempo e apresenta certa intensidade, merece atenção de um especialista. Por isso, não deixe de procurar um profissional se essas coisas vêm ocorrendo com seu filho, em relação ao sono.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Considerações sobre o lugar dos pais na psicoterapia de crianças e adolescentes</title>
		<link>https://clinicahorizontes.com.br/consideracoes-sobre-o-lugar-dos-pais-na-psicoterapia-de-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edda Petersen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2013 23:31:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Annie Stürmer]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedades]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento psicoterápico]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação psicoterápica]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[familiares]]></category>
		<category><![CDATA[fantasias]]></category>
		<category><![CDATA[Maria da Graça Kern Castro]]></category>
		<category><![CDATA[O Lugar dos Pais na Psicoterapia de Crianças e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao recebermos uma criança para avaliação, recebemos também seus pais, seus avós, seus irmãos, seu ambiente, de forma concreta ou não. Estes são fatores importantes, até mesmos decisivos, para o sucesso ou fracasso de uma psicoterapia.</p>
<p>O post <a href="https://clinicahorizontes.com.br/consideracoes-sobre-o-lugar-dos-pais-na-psicoterapia-de-criancas-e-adolescentes/">Considerações sobre o lugar dos pais na psicoterapia de crianças e adolescentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://clinicahorizontes.com.br">Horizontes Prevenção e Terapia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-31" alt="pais_e_filhos" src="http://www.clinicahorizontes.com.br/wp-content/uploads/2014/03/pais_e_filhos.jpg" width="298" height="299" />Ao recebermos uma criança para avaliação, não a recebemos apenas. Recebemos também seus pais, seus avós, seus irmãos, seu ambiente, de forma concreta ou não. E todas estas pessoas se tornam fatores importantes, até mesmos decisivos, para o sucesso ou fracasso de uma psicoterapia.</p>
<p><span id="more-1661"></span>Na maioria dos casos onde há procura por atendimento psicoterápico, os pais/responsáveis já realizaram um sem número de tentativas de ajuda para esta criança que está em sofrimento. Também vemos como as famílias fazem tentativas de se adaptarem ao comportamento sintomático que seus pequenos membros apresentam, e se o terapeuta não for sensível o suficiente para compreender toda esta cadeia, pode ter dificuldades em executar o que se propõe.</p>
<p>Percebemos, muitas vezes, que não há somente o comportamento do paciente, mas também a bagagem que esta família carrega. Como lidar com as semelhanças e também com as diferenças? Observações como “ele é igual a mim quando eu tinha esta idade” são frequentes no discurso dos pais.</p>
<p>Devemos pensar também nas relações vinculares que como terapeutas estabelecemos com os familiares de nossos pacientes, nos questionando sempre sobre quem é o nosso paciente. Pela sensibilidade de muitas crianças, estas podem nomear a doença da família, tornando-se depositárias de uma bagagem que nem sempre é só delas.</p>
<p>Todos escutamos, ao atendermos crianças principalmente, o quão rápido é o retorno que elas apresentam, tanto em questões vinculares como em melhora sintomática, e se isto não estiver sendo bem trabalhado com os pais/responsáveis, para que se sintam também acolhidos e entendidos, é como se faltasse uma parte do tripé paciente – terapeuta – família.</p>
<p>Os conflitos, ansiedades, fantasias vão sendo desvendados e vão recebendo um destino com o passar do tempo e do tratamento. Isto mostra como se torna importante um contato sólido e frequente com os familiares, uma vez que podemos notar que quando um membro do grupo familiar está em psicoterapia, os outros familiares também podem ter benefícios em razão disto.</p>
<p>Nos vínculos estabelecidos com os familiares, somos tomados por situações onde reagimos a estes. Podemos nos identificar mais com um do que com outro e tudo isto serve para comunicar e também é material de trabalho. As reações contratransferenciais não se dão apenas com o paciente ao qual atendemos, mas também com seus pais/responsáveis.</p>
<p>No capítulo “O Lugar dos Pais na Psicoterapia de Crianças e Adolescentes” do livro Crianças e Adolescentes em Psicoterapia – a Abordagem Psicanalítica das autoras Maria da Graça Kern Castro e Annie Stürmer, estas citam o exemplo da escola francesa, onde a criança busca se identificar com o que imagina ser o desejo materno. E como trabalhar só com a criança, no momento em que também temos este desejo influenciando nela? Desejo que muitas vezes é inconsciente até mesmo para os pais?</p>
<p>Uma mãe pode estar, por exemplo, num sofrimento bastante significativo ao sentir a filha num movimento de separação / individuação que pode estar sendo trabalhado em psicoterapia, pois pode se dar conta, ao se trabalhar esta questão nas sessões com os pais, que ela (a mãe) ainda não está pronta para passar por este processo.</p>
<p>Nas questões transgeracionais, o terapeuta pode estar no lugar de um terceiro, que interdita algumas repetições e que ajuda a que se tire os fantasmas de dentro do armário.</p>
<p>O terapeuta de crianças e adolescentes precisa ter uma postura mais flexível, assim como estar atento para o caso de necessitar utilizar recursos que talvez com um adulto não pensasse em utilizar. Penso que devemos ter a capacidade de sermos terapeutas suficientemente bons, com a plasticidade necessária para irmos e virmos com nossos pacientes e também com seus pais, que apesar de serem grandes em tamanho, muitas vezes se sentem e se mostram tão desamparados.</p>
<p>Também penso ser fundamental que entendamos os limites que se apresentam, como o fato de que por mais que desejemos ajudar uma criança que possa estar em sofrimento emocional, apenas o nosso desejo e a nossa habilidade podem não ser suficientes, pois existe a figura real dos pais e que estes são determinantes para as decisões a serem tomadas quanto ao tratamento de seus filhos.</p>
<p>__<br />
* Texto elaborado com base no capítulo “O Lugar dos Pais na Psicoterapia de Crianças e Adolescentes” do livro Crianças e Adolescentes em Psicoterapia – a Abordagem Psicanalítica, das autoras Maria da Graça Kern Castro e Annie Stürmer, 2009, editora artmed.</p>
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